Participantes do próximo reality show da rede Globo

Com mais um começo de ano se aproximando, não é difícil lembrar-se de um dos programas que entra em nossas casas e faz com que 11 participantes virem nossos amigos íntimos. É isso mesmo, o BBB 19 já tem data certa para entrar no ar.

No dia 10 de janeiro a 19º edição do Big Brother Brasil entra no ar e nos fazer torcer, rir e se emocionar durante os 3 meses que fica no ar.

Ainda não se sabe o nome dos selecionados e como o próprio diretor do programa divulgou, nem mesmo os participantes sabem que foram selecionados. Isso porque, quem vai para a casa mais vigiada do Brasil é raptado direto de sua casa e vai para um hotel, onde ficam isolados por mais ou menos 10 dias até entrarem na casa verdadeiramente.

Saiba quais serão as mudanças BBB19 e se surpreenda com a próxima edição do programa.

Os nomes, Boninho ainda não divulgou. No entanto, já disse que nessa edição não terá pessoas com mais de 30 anos e nem que tenham alguma veia artística, uma vez que, quer um programa natural e mais voltado a população brasileira.

Quem acompanha o BBB já a algum tempo sabe que a cada edição o programa tem pessoas com uma personalidade marcante e irreverentes. Quem foge desse padrão acaba sendo eliminado em poucas semanas.

Sendo assim, vamos esperar mais duas semaninhas para que se de início mais uma edição de um dos programas que virou queridinho do Brasil.

Conheça as 19 pessoas selecionadas para entrar na “nave” Big Brother.

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3 a cada 10 brasileiros ganhavam menos do que devia

O reajuste salário mínimo brasileiro estabelecido para o ano de 2016 é de R$880,00. E entrou em vigor logo no início do ano, em Janeiro. O aumento em relação a 2015 foi de 11,55%. Se transformado em reais o valor do reajuste corresponde a R$92,00 a mais no orçamento do trabalhador. Normalmente o reajuste era estabelecido no mês de Maio, mas para que o descrédito do governo não interfira ainda mais na situação delicada do país, a ideia de antecipação é bem vista pelo povo.

Uma grande quantidade de trabalhadores recebe o pagamento com uma base no salário mínimo, o que é a base mensal que teoricamente o profissional deveria receber para sobreviver, e devido a inflação é fundamental que o mesmo tenha algumas alterações.

O reajuste do novo salário mínimo terá um aumento interessante no ano de 2019 comparando com outros anos onde ele foi um pouco menor.

Reajuste do Salário

Saiba que as estimativas de aumento são feitas para períodos longos, de 3 até 4 anos, mas são suposições. Por exemplo, o Governo já elaborou projeções até 2019. Mas, o reajuste é, anualmente, e segue o paralelo de variação em relação ao PIB – Produto Interno PIB, dos últimos 2 anos, mais a variação do INPC – Índice Nacional de Preços ao Consumidor, do ano anterior.

Existe uma Lei que determina o reajuste, bem como assegura o seu cumprimento, é a Lei 12.382/2011, e estará em vigor até o ano de 2020. O cumprimento da Lei, para que o trabalhador receba o salário justo, é assegurada pelas Superintendências Regionais do Trabalho. Os trabalhadores vêm aguardando com ansiedade o reajuste do salário mínimo 2019 e se ele for ainda mesmo aprovado será válido a partir de fevereiro. Com isto o ano passado o reajuste teve praticamente a mesma porcentagem devidamente pretendida para o ano de 2019.

É importante aguardar ainda o posicionamento do Congresso Nacional, e porque existem outros fatores que poderão influenciar na alteração, ou não dos valores devidamente reajustados, o PIB é um dos fatores que influenciam de forma direta no valor salário mínimo 2019.

Veja abaixo os valores do reajuste de acordo com cada ano:

  • Ano 2016 / R$ 865,50;
  • Ano 2015 / R$ 788,00;
  • Ano 2014 / R$ 724,00;
  • Ano 2013 / R$ 678,00;
  • Ano 2012 / R$ 622,00;
  • Ano 2011 / R$ 540,00;
  • Ano 2010 / R$ 510,00;
  • Ano 2009 / R$ 465,00;
  • Ano 2008 / R$ 415,00;
  • Ano 2007 / R$ 380,00;
  • Ano 2006 / R$ 350,00;
  • Ano 2005 / R$ 300,00;
  • Ano 2004 / R$ 260,00;
  • Ano 2003 / R$ 240,00;
  • Ano 2002 / R$ 200,00;
  • Ano 2001 / R$ 180,00;
  • Ano 2000 / R$ 151,00.

Existe uma estimativa de que se esta alteração for aprovada pelo governo federal, em breve iremos saber mais a respeito do assunto, já que o governo anuncia na maioria das vezes os reajustes antes mesmo do início do ano.

Mas é evidente que não temos como evitar a discussão de que o valor do salário mínimo, de forma alguma supre as necessidades mínimas de subsistência, afetando diretamente aqueles que recebem mensalmente apenas o mínimo. São casos de trabalhadores e muitos aposentados, estes últimos com despesas salientes com medicamentos e outros tratamentos de saúde.

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Em três anos, 6,2 milhões de pessoas deixaram de contribuir para a Previdência Social

A Tabela INSS 2019 Atualizada é a maneira pela qual podemos realizar consultas da alíquota que será aplicada no cálculo da nossa contribuição para o orgão. A cada novo ano essa tabela é atualizada, assim é importante se atentar para os novos valores da Tabela INSS 2019 Atualizada, pois a alíquota já não será mais a mesma do ano anterior.

Tabela INSS 2019

O valor da alíquota na Tabela INSS 2019 Atualizada para a contribuição com a Previdência Social pode variar de acordo com os rendimentos salariais, dessa forma não existe um valor único cobrado para todos os contribuintes.

Se você é um contribuinte da Previdência já deve ter notado que a cada ano o valor da sua contribuição muda, isso por que a alíquota varia de acordo com a categoria de contribuinte a qual você pertence e ainda o salário que recebe.

Para que você como contribuinte possa ter acesso aos valores dessas alíquotas é possível realizar uma consulta da Tabela INSS 2019 Atualizada no site da Previdência Social, pois como os valores passam por atualizações anualmente é importante acompanhar os novos valores.

O INSS é a sigla do Instituto Nacional do Seguro Social, que é responsável por garantir benefícios para os trabalhadores que contribuem com a instituição.

A contribuição com o INSS é feita mensalmente, baseado em um valor que pode ser calculado por meio da Tabela INSS 2019 Atualizada.

A contribuição com o INSS 2019 garante por exemplo os seguintes benefícios:

  • Aposentadoria,
  • Auxílio doença,
  • Aposentadoria por invalidez,
  • Seguro desemprego,
  • Entre outros.

Alíquotas

As alíquotas da Tabela INSS 2019 Atualizada variam de acordo com o salário de cada contribuinte, assim quanto maior for o seu salário maior será a alíquota incidente sobre o valor.

Esses valores atualizados podem ser consultados em uma agência do INSS ou pela internet, lembrando que por meio do portal a consulta é muito mais rápida e prática.

Para realizar a consulta INSS 2019 pelo site do Ministério do Trabalho e Previdência Social basta acessar o endereço http://www.mtps.gov.br/.

Saiba que a tabela é ainda dividida entre:

  • Tabela para Empregado, Empregado Doméstico e Trabalhador Avulso;
  • Tabela para Contribuinte Individual e Facultativo.

As alíquotas da Tabela INSS 2019 Atualizada alternam seu valor de acordo com o tipo de contribuinte e de acordo com o salário que possui, essa alíquota, portanto pode variar de 5% a 20% sobre o seu salário.

Valores

Atualmente a tabela em vigência do INSS é a de 2018, pois a Tabela INSS 2019 Atualizada ainda está em processo de atualização, e somente será disponibilizada para consulta no 2° semestre de 2018.

Para que você possa se manter informado basta seguir o portal do Ministério do Trabalho e Previdência Social em http://www.mtps.gov.br/

Na imagem acima você pode consultar as alíquotas do INSS 2018 referentes aos dois grupos existentes, sendo eles:

  • Tabela para Empregado, Empregado Doméstico e Trabalhador Avulso;
  • Tabela para Contribuinte Individual e Facultativo.
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Interessados em participar dos Exames do MEC deverão se inscrever no site do INEP

As inscrições para o Enem 2019 serão abertas às 10h da próxima segunda-feira, dia 23 de maio. Os interessados em participar do Exame Nacional do Ensino Médio terão até o dia 10 de junho para se cadastrar no site do Inep. Desde 2009, o Enem é essencial para os estudantes que desejam se candidatar a vagas nas instituições públicas de nível superior através do SiSU (Sistema de Seleção Unificado). Seu edital será divulgado nos próximos dias. Este ano, as avaliações serão aplicadas nos dias 22 e 23 de outubro.

Como participar do Enem?

As inscrições deverão ser feitas através do site do Inep, cujo link se encontra logo abaixo. Basta clicar e seguir os passos indicados, fazendo seu cadastro com cuidado. É recomendado ler o edital antes de se inscrever. Para participar do Enem 2019, os estudantes devem ter CPF. Por isso, se você ainda não possui é bom começar a providenciar.

A taxa de participação deve ser a mesma cobrada no ano passado: R$ 35,00. Estudantes da rede pública que estejam no último ano do ensino médio são isentos da taxa.

Os cartões de confirmação da inscrição do Enem 2019 serão enviados para os estudantes inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio entre os dias 4 e 25 de outubro. O cartão irá informar o local onde os candidatos irão realizar o exame, que este ano será realizado nos dias 6 e 7 de novembro.

A informação foi divulgada pelo presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Joaquim José Soares Neto. Ele também afirmou que o resultado do Enem 2019 sairá até 15 de janeiro de 2019. Após o recebimento do cartão de confirmação da inscrição, os estudantes podem solicitar a mudança no local de prova. No ano passado, dos 4.6 milhões de candidatos inscritos, 1.500 pediram para mudar o local do exame.

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Faculdades de outros países onde a nota vale como vestibular

Um sonho que se realiza, é assim que pensam muitos estudantes beneficiados pelo Enem, afinal de contas, uma boa faculdade pode garantir uma profissionalização de qualidade e assim conquistar um bom emprego fica mais fácil, por isso é importante ir bem na prova para garantir uma bolsa de estudos em uma universidade particular.

De acordo com o governo federal o Enem 2019 seria realizado duas vezes ao ano, porém, isto não ocorreu e o sistema com duas provas será realizado somente no ano de 2013. As inscrições Enem 2019 foram abertas pelo INEP, órgão responsável pela organização do evento, por isso não perca tempo e faça agora mesmo sua inscrição, afinal, o segredo do sucesso é estar em dia com os estudos e com as datas do evento.

As Inscrições Enem 2019 serão realizadas através do site oficial do Enem (www.enem.inep.gov.br) entre os dias 28 de maio até 15 de junho de 2019, e serão exclusivas pela Internet, a página de inscrição poderá ser acessada através do endereço eletrônico no final do texto.

Para este ano as Inscrições Enem 2019 terão uma taxa de 35 reais, e a organização acredita que neste ano sejam mais de 5 milhões de participantes inscritos. Para fazer as inscrições Enem 2019 além do pagamento da taxa de inscrição o candidato deverá também portar documentos como RG, CPF, Comprovante de residência além disso, todos os documentos requeridos estão dispostos na ficha de inscrição.

As provas do Enem 2019 ocorrerão no início do mês de novembro, mais precisamente nos dias 3 e 4, por isso é aconselhável que as inscrições leiam os editais e saibam todas as informações sobre o Enem.

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Acesso à universidade garantido a estudantes da rede Pública

Para ter acesso às universidades particulares, o Educa Mais Brasil oferece para os candidatos bolsas parciais que dão direito de 50% de descontos nas mensalidades para alunos onde as famílias ganham um salário de até três salários mínimos de renda e também bolsas integrais, com 100% de desconto das mensalidades para alunos de famílias que ganham até um salário mínimo e meio por mês.

Para que você possa realizar a inscrição no Educa Mais Brasil, alguns requisitos devem ser respeitados, como: o candidato não deverá ter nenhum diploma de ensino superior e também deverá ter tirado mais de 450 pontos na média nas cinco notas do Novo ENEM, além disso, deve ter estudado em escolas públicas ou particulares (como bolsistas) durante o ensino médio.

Principais vantagens do Educa Mais Brasil

O Educa Mais Brasil é um dos principais programas do Governo Federal relacionado à educação e que oferece uma série de vantagens, não apenas para os alunos beneficiados, mas também para as Universidades que ganham incentivos fiscais e para o próprio país que prepara mão de obra especializada para as mais variadas áreas de trabalho, proporcionando assim, o crescimento da qualidade dos serviços prestados no Brasil, fazendo do país uma referência nos mais variados campos, da tecnologia a agricultura.

Com o Educa Mais Brasil, o sonho do acesso ao ensino superior de qualidade ficou muito mais próximo de ser concretizado, e para isso, basta um bom desempenho no ENEM, outro programa do Governo Federal. Por isso, não deixe de estudar cada detalhe exigido na prova do ENEM para que você atinja todos os requisitos para concorrer a Bolsa Educa Mais Brasil.

Outro programa que oferece bolsas de estudos a diversos brasileiros é o Mais Bolsas 2019, o qual tem objetivo de dar maior acesso as diversas classes sociais a uma educação de qualidade.

Quem tem direito ao Educa Mais Brasil?

Não é todo o futuro estudante do ensino superior que tem direito a bolsa integral ou parcial de estudos em uma faculdade particular pelo Educa Mais Brasil. Se tiver interesse em ganhar uma bolsa integral é preciso que a renda familiar por pessoa seja de até um salário mínimo e meio. Se a sua família tiver uma renda por pessoa de até três salários mínimos é possível conseguir uma bolsa parcial de estudos de até 50%.

É preciso, ainda, ter atingido uma média de 450 pontos nas cinco notas do ENEM e não ter zerado a redação, além de ter cursado todo o ensino médio em escolas públicas ou como bolsista em escolas particulares. Pessoas com Deficiência e professores da rede pública que estejam atuando na profissão também têm o direito ao Educa Mais Brasil (no caso dos professores, o direito é apenas para cursos da área de Licenciatura, Normal Superior ou Pedagogia). Lembre-se: caso você já tenha feito um curso superior (independentemente de ser bacharelado ou tecnólogo), você não tem direito ao Educa Mais Brasil.

E preste atenção: Não adianta tentar enganar o Governo mostrando documentos falsos que comprovem uma renda compatível com a exigida pelo programa, pois, constantemente, são feitas averiguações para comprovar a renda declarada pelos bolsistas.

Tipos Bolsa Educa Mais Brasil

As bolsas oferecidas podem ser parciais ou integrais. Os alunos de bolsas parciais deverão ter uma renda de no máximo três salários mínimos por habitante da casa e para bolsas integrais os alunos deverão ter uma renda de no máximo um salário mínimo e meio por habitante da residência. É preciso que exista uma comprovação dessa renda, e caso ela não aconteça, o aluno mesmo que aprovado pelas notas do ENEM não terá direito a bolsa.

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“Imprecisões”: em coluna no Globo, Hermano Vianna comenta críticas ao Creative Commons

Em sua coluna de domingo passado, Caetano Veloso transcreveu e-mail de Joyce Moreno, apoiando a decisão da ministra Ana de Hollanda de não mais publicar o conteúdo do site do MinC sob licença Creative Commons (CC). O texto de Joyce contém imprecisões. Diz, por exemplo, que o Google patrocina o CC com “US$ 30 milhões!”. Gostaria de saber quem passou essa informação para Joyce, e se ela checou sua veracidade antes de fazer seu texto circular pela internet. O que eu sei é que o Google doou US$ 30 mil para o CC em 2006 (http://bit.ly/7GczuR) e, na última década, doou uma média de US$ 100 mil por ano. A diferença para os US$ 30 milhões é enorme.

Em 2010, o Google fez doações num valor total de US$ 145 milhões (http://bit.ly/gBad5O). Entre as muitas organizações que receberam doações estão: a Bharti Foundation, que cuida de escolarização de crianças na Índia; a Global Strategies for HIV Prevention, que melhora o acesso a medicamentos na África; o Unicef; a Ashoka; a APC. Insinuar que, ao receber doações, todos passam a trabalhar para os interesses do Google não me parece nada sensato. (E, mesmo sem doações, o Ecad tem acordo comercial com o Google – ver http://bit.ly/f1FFbw)
O CC, como a Wikipedia, é sustentado primordialmente por doações descentralizadas de indivíduos do mundo inteiro. Todo fim de ano, faz uma campanha mundial para doações. Em 2010, a campanha arrecadou US$ 522.151,25, incluindo os apoios de empresas. É possível ver os dados da campanha neste link: http://bit.ly/hrYBNP. Há uma lista de todos os doadores em http://bit.ly/aV3J9d e o relatório financeiro de 2009 pode ser consultado, na íntegra, em http://bit.ly/hpHZki. Antes de levantar suspeitas sobre a atuação do CC, todos deveriam estudar com atenção esses documentos, que são de transparência exemplar.

Outra imprecisão no texto de Joyce: o CC não é uma “licença norte-americana privada”. É, sim, uma organização não governamental que criou um sistema de licenças que podem ser usadas por criadores, organizações e empresas. A Al Jazeera acaba de licenciar as imagens das manifestações do Cairo em CC, autorizando sua exibição em todas as TVs. Ninguém é obrigado a usar as licenças se não quiser.
Voluntários de 70 países se inspiraram no trabalho do CC norte-americano e desenvolveram sistemas de licenciamentos semelhantes a partir de legislações locais. Assim foram criadas entidades independentes e separadas do CC norte-americano, que por sua vez redigiram licenças também diferentes das norte-americanas. As licenças CC-BR, criadas pelo Creative Commons Brasil (http://bit.ly/O8RVo), são totalmente brasileiras e só podem ser aplicadas no Brasil.

O conteúdo do site do MinC era publicado com uma dessas licenças totalmente brasileiras (mesmo com a inspiração norte-americana – e não entendo por que não podemos nos inspirar em boas ideias norte-americanas, afinal somos ou não o país da antropofagia cultural?), produzida por uma entidade brasileira, o CC Brasil, independente do CC norte americano. A ministra Ana de Hollanda declarou para matéria do caderno Prosa & Verso, aqui deste jornal (http://glo.bo/fiwWtL), que “o MinC só retirou o selo das Creative Commons do site, mas não o licenciamento”. Infelizmente o MinC retirou o licenciamento sim, ministra – e nada havia de irregular nesse licenciamento. Agora temos apenas uma frase vaga: “O conteúdo deste site, produzido pelo Ministério da Cultura, pode ser reproduzido, desde que citada a fonte.” Essa é a “licença” que vale hoje. A licença CC-BR anterior tinha outro texto, que inclusive diferenciava reprodução de publicação, como exige a Lei do Direito Autoral brasileira. Agora as pessoas podem reproduzir o conteúdo, mas ao publicá-lo em seus blogs estão fazendo algo sem autorização explícita – isso cria uma incerteza jurídica desnecessária. Por isso digo que as licenças CC levam o direito autoral mais a sério.

Tudo o que li em defesa da atitude do MinC deixa claro que o problema não era a licença. A própria ministra acredita que o licenciamento continua o mesmo. O problema era a sigla CC e o desconhecimento sobre o que é o CC. Em seu blog, Joyce escreveu (http://bit.ly/geKN1m): “Como ela (Ana de Hollanda) retirou do site do MinC o logo do Creative Commons, houve a celeuma, reclamando que ela estaria ‘se alinhando ao Ecad’ e se aliando ‘ao que há de mais conservador’. Mas peraí, pessoal: se eu entro num restaurante, faço meu prato, almoço e vou embora, não vão chamar a polícia para me cobrar o calote? Então, porque a criação alheia (alimento da alma) pode ser usada à vontade, sem que os autores recebam???” Aldir Blanc também declarou (http://glo.bo/fiwWtL): “Não há retrocesso algum em querer pagar com justiça o direito autoral dos criadores.” Não entendi o raciocínio.

Quem é contra o pagamento para autores? O CC nunca disse que criadores não devem ser pagos. E o que o licenciamento do conteúdo do site do MinC tem a ver com o pagamento para autores? Parece que a sigla CC no site do MinC era entendida como um manifesto em prol do calote aos autores. Isso é um absurdo. Repito mais uma vez: a licença CC defendia muito mais rigidamente os direitos de autor do que a frase que está no site agora.
A história da batalha pelo direito do autor começa bem antes do início do século XX. É uma bela e complexa história. O Creative Commons é parte dessa história, em defesa dos autores, da criatividade e do acesso ao conhecimento.

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