Como já havia afirmado o deputado federal Ciro Gomes, que Serra quando pretende ganhar é capaz de passar com um trator por cima da cabeça da própria mãe, ninguém em bom senso tem se surpreendido com os recursos espúrios que o candidato da direita lupem-burguesia, José Serra, vem endereçando à candidata do presidente Lula, do Partido dos Trabalhadores, dos partidos aliados e a maioria do povo brasileiro, Dilma Rousseff.
São invectivas de todos os tons e matizes, tudo por conta da obsessiva ideia de querer ganhar as eleições de qualquer maneira. Um fato impossível, mas se ocorresse, mesmo em sonho, seria a mais perversa crueldade que o povo brasileiro iria sofrer. Muito pior que seu mentor presidencial, Fernando Henrique, visto que, antes de Fernando Henrique, Lula não havia sido presidente para ele nutrir maior inveja do que nutre hoje. Coisa que com Serra, vendo Lula presidente um sucesso retumbante, lhe arreganharia a boca sedenta de inveja com os caninos furiosos pela forra.
Mas Dilma, em sua singularidade, é superior, superior sem se comparar. Superior por ser uma potência que se move como produção democrática, o que impede qualquer comparação.
Daí que Dilma, ontem, dia 25, em uma festa memorável em Cuiabá, com direito a carreata e comício lotado, perguntada como se sentiu com todos os ataques desferidos pelo candidato da direita e seus comparsas, respondeu singelamente: “Não vão fazer com que eu responda. Não entrarei nesse jogo em hipótese alguma. Há certas coisas que são “matéria jabuti”.
Em todas as oportunidades, o meu adversário tem usado um método ineficaz que utiliza falsas afirmações, o medo e criação de uma clima que lembra a estratégia de 2002.
Acho que meu adversário está fazendo o que não é correto. Faz crítica e esconde que eles estão fazendo. Era melhor ele assumir isso.
Estão tentando pautar a minha campanha. Como falar em ajuste em um país que cresce 5%, tem geração de emprego, e R$ 255 bilhões em reservas cambiais?”
Serra enlouquece com sua equipe diante dessa singeleza corajosa e inteligente de Dilma. Uma inteligência inatingível. O que destrói a inveja.







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