Combate ao racismo amplia forças para eleger Dilma
October 14, 2010 - No comments yet

O COMBATE AO RACISMO EM MOVIMENTO NO SEGUNDO TURNO DAS
ELEIÇÕES PARA A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
Dia: 09 de Outubro, Sábado / Horário: 15 horas
Local: Casa do Professor, Rua Bento Freitas 71 (próximo ao Largo do Arouche e do Metrô República) - São Paulo/Capital.
Para a Coordenação Nacional de Entidades Negras (CONEN), no Segundo turno das eleições presidenciais de 2010, o que está em disputa é a possibilidade de continuarmos o que começamos com os governos de Luiz Inácio Lula da Silva. Temos como metas ampliar a reforma agrária, proporcionar renda aos mais pobres por meio de políticas sociais, democratizar o acesso ao conhecimento e a informação, diminuir as desigualdades raciais e as disparidades sociais e reduzir a imensa dívida histórica e social que a sociedade e o Estado têm para com a população negra no Brasil.
É com essa compreensão que a Conen faz um chamado a toda a militância negra para nos mobilizarmos para elegermos Dilma Rousseff para a Presidência da República no dia 31 de Outubro de 2010.
Nesse sentido, a CONEN convida as organizações do movimento negro do Estado de São Paulo que tem concordância com esse objetivo, para uma primeira reunião que será realizada no dia 09 de Outubro, sábado, às 15hs, na Casa do Professor, Rua Bento Freitas, 71, em São Paulo/Capital, para organizarmos um ato público de apoio a eleição de Dilma Rousseff como a primeira mulher Presidenta da República do Brasil.
É preciso consolidar as mudanças, ampliar as conquistas e impedir qualquer retrocesso na afirmação de direitos sociais, culturais, políticos e econômicos da população negra brasileira!
Direção Estadual da CONEN/SP
“Os dossiês e o submundo das campanhas eleitorais” Por Azenha
October 14, 2010 - No comments yetExiste um submundo nas campanhas eleitorais, pouco investigado pela mídia. Fica na confluência do trabalho de arapongas do extinto Serviço Nacional de Informações (SNI), dos “agentes informais” da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), dos delegados ou ex-delegados de polícia com os pesquisadores contratados por campanhas para levantar a sujeira de adversários. por Luiz Carlos Azenha [...]
A festa do bicampeonato continental
August 21, 2010 - No comments yetJá era madrugada do dia 19 de agosto, quando à 0h28min o capitão Bolívar ergueu a cobiçada taça da Libertadores. O zagueiro estava acompanhado por seu filho, Tales, que no primeiro jogo da final havia sonhado que seu pai marcaria um gol. O Beira-Rio explodiu em um só grito quando Bolívar colocou o troféu sobre a cabeça: “Bicampeão!”.

Momento mágico: jogadores com a taça da Libertadores da América
Logo em seguida, uma bateria de fogos de artifício foi detonada para delírio da massa no Gigante. Em meio à nuvem de fumaça e papeis picados, o grupo campeão saltava feliz da vida no palco armado pela Conmebol no centro do gramado. Antes, Pelé havia distribuído as medalhas aos jogadores e membros da comissão técnica, que também receberam abraços do Rei. O técnico Celso Roth foi um dos mais cumprimentados pelo maior jogador da história, que vestia um terno vermelho na noite de gala no Beira-Rio.
Uma faixa gigante foi estendida no gramado com a frase “Eu já sabia”. Enquanto os jogadores do Chivas se dirigiam para o vestiário, a torcida cantava: “Adeus, Chivas, adeus, Chivas!”. Como fez em 2006, Rafael Sobis correu em volta do gramado empunhando uma bandeira gigante do Inter. Logo depois, o grupo campeão da América deu início à volta olímpica, com a taça passando de mão em mão. Os jogadores parara em frente à Guarda Popular, onde ficaram por um bom tempo interagindo com os torcedores. Foi uma festa linda!

Sobis reeditou a antológica comemoração de 2006
A comemoração no vestiário
Se no campo a euforia foi contagiante, no vestiário a comemoração foi emocionante. Jogadores, dirigentes, funcionários e familiares dos atletas festejaram muito o bi da América. Clemer era um dos mais emocionados, beijando a todo instante mais uma medalha conquistada pelo Inter. Clemer foi campeão da Libertadores e do Mundial em 2006 como goleiro, e agora, como preparador de goleiros, teve a grande missão de treinar Pato Abbondanzieri, Lauro e Renan. “Me considero um predestinado. Cheguei neste clube como goleiro, mudei de função e mesmo assim continuo conquistando títulos”, vibrou.
O brilho da categoria de base
Lado a lado, Leandro Damião e Juan, jogadores vindos da categoria de base do Internacional, sentiam-se privilegiados pela oportunidade e crescimento profissional que o clube oferece. “Somos da base, e é muita felicidade ajudar a equipe a vencer um título. Agora temos que aproveitar cada vez mais as oportunidades que aparecerem”, comemorou Damião. O atacante foi um dos destaques da partida ao sair do banco para marcar o segundo gol do Inter.

Os argentinos querem muito mais
Depois de pular, gritar e tocar bumbo na frente da torcida Popular, o meia D´Alessandro chegou ao vestiário vibrando muito. Perguntado sobre a importância do título, o argentino disse que a situação não parecia real. Estava sem palavras, muito emocionado. Quando o casal de filhos pulou em seu colo, ele dedicou a sua carreira aos pequenos. Era a família presente, um exemplo e reflexo do grupo unido do Inter. O outro hermano, Guiñazu, que estava abraçado com familiares e amigos, expressou o amor que sente pelo Inter: “É um momento único na minha vida, tenho que continuar aqui e quero muito ganhar mais campeonatos com o Internacional”, projetou o volante.
A volta aguerrida
Eles levantaram a taça em 2006 e depois foram jogar no exterior. Com a experiência adquirida e muita vontade de retornar ao clube colorado, Renan, Rafael Sobis e Tinga foram os reforços que abrilhantaram o bi da América. Sobis mais uma vez foi decisivo em uma final. Marcou o primeiro gol e confirmou que o investimento da diretoria em trazê-lo de volta traria muitas alegrias para o Inter. Já Renan era só sorrisos, e nas palavras exaltava o orgulho de ser colorado: “Retornei para ser campeão. É uma consagração. Espero ser lembrado eternamente na história do Clube”, disse o goleiro.
O campeão de tudo
Se tem alguém no elenco do Inter que é o verdadeiro campeão de tudo é Índio. Desde 2005, o zagueiro já conquistou 10 títulos. Um número que, segundo ele, representa a dedicação, vontade e superação. E ainda promete: “Todas as taças possíveis eu já venci, mas ainda vou lutar para buscar cada vez mais vitórias”, garantiu Índio.
Humildade e pés no chão
Semblante de satisfação e ao mesmo tempo de muita humildade. Este era o retrato do lateral-direito Nei e do meia Giuliano. O primeiro agradeceu o apoio do torcedor e enalteceu a força do grupo: “Somos muito unidos, sempre tivemos entrega total. Quando vinham as críticas, superamos com bons resultados. Agora realizo o sonho de todo jogador de futebol: ser campeão da América”, falou o orgulhoso Nei, autor do primeiro gol do Inter nesta Libertadores. Já Giuliano, o goleador colorado na competição, com seis gols, era só agradecimentos: “Muito obrigado ao Inter. Sou muito novo e já tenho este título na carreira. Vou continuar meu trabalho, com muita humildade e vontade” disse o predestinado meia-atacante.
Inter é bicampeão da América!
August 19, 2010 - One comment|
A comunidade de colorad@s que apoiam a Dilma Rousseff para
Convidamos tod@s os colorad@s com Dilma a entrarem nesta |
|
A placa está cravada na taça da Libertadores da América: Internacional – Campeão de 2010! A glória absoluta do continente foi mais uma vez alcançada pelo Campeão de Tudo! Assim como foi em 2006, o time colorado teve o privilégio de erguer o troféu no gramado do Beira-Rio, para deleite da maior e melhor torcida do Rio Grande! A América foi repintada de vermelho nesta antológica conquista Um grito está ecoando por todos os cantos onde existam colorados: bicampeão!!
Começo nervoso Os minutos iniciais foram eletrizantes. Cada centímetro do gramado foi disputado com máxima energia pelos jogadores. Não faltaram lances ríspidos. O Inter tentava trocar passes em velocidade no campo de ataque, mas os mexicanos marcavam em cima e cometiam muitas faltas. Aos 3min, após cruzamento para a área, a bola sobrou para Tinga, que tentou acionar Rafael Sobis, mas a zaga do Chivas afastou. Aos 9min, D’Alessandro alçou a bola para a área em uma cobrança de falta e Sandro cabeceou para a defesa em dois tempos de Michel. A resposta da equipe de Guadalajara foi aos 12min, em um chute de longe de Bautista que Renan defendeu sem problemas.
Inter toma a iniciativa O Inter acelerava o jogo com toques conscientes no meio-campo. Taison era uma interessante válvula de escape com suas arrancadas verticais. Aos 21min, ele foi lançado e o goleiro teve que abandonar a área para interceptar a bola. No minuto seguinte, Fabián assustou com um chute de fora da área que passou muito perto do ângulo direito. Aos 23min, Tinga fez grande jogada pela direita e tocou para Sobis: o atacante fez o corta-luz e Taison apareceu para concluir com um chute frontal que Michel defendeu com dificuldades. Aos 25min, D’Alessandro cobrou uma falta com muito veneno e a bola desviou na zaga para escanteio. Depois da cobrança, Bolívar pegou o rebote e chutou perigosamente ao lado do gol. Jogo truncado A partida ficou mais equilibrada a partir dos 30 minutos. A disputa ficou mais concentrada no meio-campo, com poucas chances de gol. Aos 37min, D’Alessandro aplicou o La Boba e tocou para o meio da área, mas Magallón conseguiu afastar com um chutão. Aos 40min, Taison foi à linha de fundo, tocou para trás e Sobis conseguiu o domínio para logo depois ser derrubado pelo goleiro mexicano. O juiz não marcou o pênalti, já que o bandeirinha sinalizou que a bola havia saído. Chivas abre o placar Aos 42min, o Inter foi duramente castigado. No único ataque efetivo do Chivas, Bravo desviou de cabeça e a bola sobrou na marca penal para Fabián, que acertou um belo chute e abriu o placar. Foi um gol injusto pelo volume de jogo Pressão total A equipe colorada voltou com a mesma formação para o segundo tempo. O Inter manteve o ímpeto ofensivo. Logo a 1min, Taison soltou uma paulada de longe e Michel defendeu em dois tempos. O goleiro mexicano se mostrava muito inseguro. Aos 3min, Rafael Sobis experimentou de fora da área e ele fez a defesa com enorme dificuldade, com a bola explodindo no seu peito. Aos 8min, Sobis foi lançado na área e tentou driblar Michel, mas desta vez o goleiro do Chivas conseguiu se recuperar com uma boa defesa. Brilha a estrela de Sobis O Inter permanecia no campo de ataque, mas o Chivas se fechava bem. Mas não era possível segurar por muito tempo a pressão colorada. Aos 16min, o Inter fez boa troca de passes até que Kleber cruzou rasteiro, com precisão cirúrgica, para a área. Rafael Sobis (foto ao lado) conseguiu se esticar e desviou para o gol. Assim como em 2006, quando marcou duas vezes no primeiro jogo da final contra o São Paulo, o garoto formado no Beira-Rio foi mais uma vez decisivo. O Inter empatava para a explosão de alegria no Gigante! 1 a 1. Aos 19min, Giuliano entrou no lugar de Taison, que deixou o campo muito aplaudido. Aos 24min, D’Alessandro chutou para defesa salvadora de Michel. No lance seguinte, foi Renan que fez grande defesa após a conclusão de Fabián, evitando o gol mexicano. Damião sai do banco para virar o placar Aos 27min, Leandro Damião entrou no lugar de Rafael Sobis. E três minutos depois de ingressar no jogo, Damião virou o placar para o Inter. O atacante roubou a bola no meio-campo, deu um drible da vaca no adversário, avançou em velocidade e chutou na saída do goleiro para fazer 2 a 1. A torcida comemorou o gol gritando “bicampeão!”. Ninguém mais segurava o Inter no Beira-Rio!
Giuliano não poderia deixar de marcar Aos 38min, Tinga deixou o campo para a entrada de Wilson Matias. Aos 40min, Arellano foi expulso após entrada violenta em D’Alessandro. A festa tomou conta do Beira-Rio! “Ai, ai, ai, ai, tá chegando a hora!” cantavam os torcedores. Mas ainda tinha tempo para mais um gol do Inter. Aos 44min, Giuliano passou como quis pela marcação e tocou por cima do goleiro para ampliar: 3 a 1! Foi o sexto gol do meia-atacante, artilheiro do time nesta Libertadores. Araujo ainda descontou, aos 47min, mas não havia como evitar a glória colorada. A América novamente estava pintada de vermelho. Palavra dos campeões "Foi duro; foi emocionante. Isto é fruto de um trabalho nosso de tempos atrás. Parabéns aos jogadores que foram campeões, à torcida colorada sempre tão fiel e a todos que de alguma forma ajudaram para esta conquista. Nossa obsessão agora é o Campeonato Brasileiro e depois pensaremos no Mundial de Clubes", afirmou o vice de futebol, Fernando Carvalho. "É uma realização inexplicável para mim. Voltar para o Clube e conquistar um título como este é sensacional", falou o goleiro Renan. "Graças a Deus tudo deu certo. Foi difícil, mas conseguims coroar esta campanha com o título", disse Glaydson. "Libertadores é um titulo muito importante. Tenho 21 anos e isso para o meu curriculo é ótimo. Eu e meus companheiros conseguimos. Agora é curtir bastante este título", comemorou Sandro. "É indescritível; motivo de orgulho. Quero compartilhar com todos os meus companheiros", avisou Guiñazu. "Foi difícil ficar de fora desta final. Mas valeu que o grupo mostrou que tem bons jogadores. Tive uma conversa com o Celso Roth e concordamos com o veto. Tive uma lesão e acabei ficando de fora. Mas é demais saber que fiz parte disso", falou Alecsandro. "Este título é para aqueles que jogaram, não jogaram e até para aqueles que tão fora da Libertadores. Time bom e time forte ganha partida, mas um grupo forte ganha campeonatos. O individual vai aparecer quando o coleitvo é forte. Já fui premiado com gols, passes, assim como o Giuliano. Hoje fo a vez do Damião. Isso comprova que o elenco é forte, formado por homens e profissionais", avaliou Andrezinho. "Fomos melhor. Escutamos questionamentos sempre, mas sempre também há o trabalho sério. Tentamos mostrar dentro de campo que temos qualidade. Não tem como descrever a sensação; estamos onde todo o jogador queria estar", afirmou Nei. "O time está forte; tem um padrão de jogo. E agora é buscar o bi mundial também", almejou Clemer. "É o Inter cada vez mais grande. Momento especial que todos querem participar e a oportunidade única. Fico sem palavras por participar desta festa de novo; eu que vivo esta situação de novo. Agora queremos o Mundial. Fiquei mais maduro e experiente. Estou muito contente: vamos comemorar", vibra o capitão da América Bolívar. "Um grande momento para mim; de felicidade. Quero retribuir a felicidade para a minha família, meus filhos, ao Celso Roth e a todos os torcedores colorados. No momento ruim, eles estavam comigo", creditou Índio. "Título inédito. Conquistar uma taça como esta é inexplicável e estou muto feliz por participar disso", revelou Kleber. "Dou este presente para eles e para mim. Fiquei quase um ano parado por conta de uma lesão. E isto é um prêmio pra mim. Vamos comemorar", falou Rafael Sobis. "É festa agora; merecemos. Depois é voltar ao trabalho. Carimbamos esta gestão como vencedora, aumentamos o número de sócios e confirmamos o Beira-Rio como estádio da Copa do Mundo de 2014. Esta torcida é quem faz o Inter ser o Inter. Somos bicampeões da América e vamos a Abu Dhabi", festejou o presidente Vitorio Piffero. "Estava fora da América e que bom voltar para um clube como o Inter. Este título é para retribuir a confiança", emocionou-se D'Alessandro. Internacional (3): Renan; Nei, Bolívar, Índio e Kleber; Sandro, Guiñazu, Tinga (Wilson Matias), D'Alessandro e Taison (Giuliano); Rafael Sobis (Leandro Damião). Técnico: Celso Roth. Chivas Guadalajara (2): Michel; Magallón, De Luna, Reynoso e Ponce (Sólis); Araújo, Baéz (Vasquez), Fabián; Bautista; Arellano e Omar Bravo. Técnico: José Luiz Leal. Gols: Fabián (C), aos 42 minutos do primeiro tempo, Rafael Sobis (I), aos 16min do segundo tempo, Leandro Damião (I), aos 30min do segundo tempo, Giuliano (I), aos 44min do segundo tempo, Araujo (C) aos 47min do segundo tempo. Cartões amarelos: De Luna, Fabián, Bautista, Omar Bravo (C); Bolívar (I). Expulsão: Arellano (C). Público: 53.124 (sócios: 49.297)/ Renda: R$ 2.148,430,00 Arbitragem: Óscar Ruiz, auxiliado por Abraham González e Humberto Clavijo (trio colombiano). Local: Beira-Rio. |












apresentado pelo Inter na etapa inicial.