Original em http://joserrilucena.blogspot.com/
Feed: http://joserrilucena.blogspot.com/feeds/posts/default
Nova modalidade de Assalto: disfarce de estudante
March 31, 2011 - No comments yetConta uma paródia, que depois de ser perseguido por um gato esfomeado, um rato se escondeu em uma toca e ficou por lá. Passou o maior tempão e então o rato começou a ouvir latidos de cachorro. Então ele decidiu sair da toca, já que gato morre de medo de cachorro.Rapidinho o rato saiu e viu o gato.
Espantado disse:
- Como assim?! Você também late, é?
E o gato, todo malandro, respondeu:
- Meu amigo, nesse mundo globalizado, quem não fala dois idiomas morre de fome!
Não temos outra interpretação para fato ocorrido hoje em Natal-RN, em que assaltantes disfarçados de estudantes, durante um protesto legítimo, assaltaram uma empresa no CENTRO da cidade: Incrível!
Veja a matéria, do blog do Cardoso Silva:
Bandidos disfarçados de estudantes assaltam laboratório no Centro de Natal
Uma ação ousada de bandidos assustou moradores e pessoas que trabalham na rua Princesa Isabel, no Centro de Natal. Dois criminosos aproveitaram uma manifestação estudantil, que ocorre na tarde desta quinta-feira (31), na Cidade Alta e, disfarçados de estudantes, entraram e assaltaram um prédio onde funciona laboratório que produz próteses dentárias. Pessoas foram feitas reféns.
De acordo com o major Corrêa Lima, que comanda o policiamento na região, a Polícia Militar foi acionada e chegou ao local em aproximadamente cinco minutos, cercando as saídas. Os bandidos, que renderam as pessoas que estavam no laboratório, foram rápidos e conseguiram fugir antes mesmo da chegada das viaturas.
O proprietário do laboratório, Maurício Nunes de Miranda, disse que estava em outro andar no momento em que os bandidos invadiram o prédio. Segundo ele, uma funcionária teria conseguido esconder um aparelho celular e ligou para ele, que acionou a Polícia. Maurício Nunes disse que não houve agressão por parte dos assaltantes, que estariam vestidos com fardas do Colégio das Neves. Além de celulares, os assaltantes também levaram, pelo menos, uma máquina fotográfica profissional e um notebook.
Os policiais continuam buscando os criminosos.
Apreensão de CDs e DVDs Piratas, em Natal-RN
March 31, 2011 - No comments yetPura HIPOCRISIA!Aqui em Natal, bem nas fuças de PRF, Civil, Militar, Cavalaria, reino vegetal e éter, CDs e DVDs são vendidos a qualquer hora do dia, em locais como portas de shoppings centers e estabelecimentos comerciais da Zona Norte à Zona Sul, passando pela nossa querida e festejada "25 de março" local: o Alecrim.
Então, essa pirotecnia em apreender um (01) só vendedor (contraventor) é encenação!
FIRULA É ISSO AÍ!
Veja a cobertura jornalística:
PRF realiza apreensão mais de 3 mil mídias piratas
Publicação: 31 de Março de 2011 às 11:29
Durante uma fiscalização de rotina, a Polícia Rodoviária Federal apreendeu cerca de mil unidades de mídia pirateada, CDs e DVDs, que eram transportadas por Veronildo Figueiredo da Silva, 36 anos, condutor do veículo Vectra, de placas MVI 4154/RN. O homem havia saído de Natal e seguia para Macau.
Após diligências, foram apreendidos cerca de duas mil unidades, na cidade de Macau. A polícia ainda realizou a prisão de Francisca Rosilene do Nascimento Silva, 33 anos e Francisco Antônio de Assis Varela, 46 anos.
Ao todo foram apreendidos 2.932 DVDs e 252 CDs piratas. Conforme se apurou, esta quantidade era transportada semanalmente de Natal para a região de Macau. Todos os detidos foram autuados por crime de violação de direito autoral. Para tal crime, a pena varia de um a quatro anos de reclusão e multa. A ocorrência encaminhada à Delegacia de Polícia Civil local.
*Com informações da PRF.
Fonte: Tribuna do Norte
Agora assista a vídeo em que alto funcionário (já demitido) fala no termo firula como sendo uma prática da instituição:
Injetar insulina diariamente sem uso de agulhas já é uma realidade em alguns países
March 31, 2011 - One commentInjetar insulina diariamente sem uso de agulhas já é uma realidade em alguns paísesInjetar insulina diariamente sem uso de agulhas já é uma realidade em alguns países
Muitas pessoas que são obrigadas a tomar insulina diariamente têm medo de agulha, especialmente jovens e crianças, ou mesmo os pais que tem que aplicar em seus filhos. Por este motivo, não nos surpreende o grande número de pesquisas existentes em busca de um meio de administrar insulina por outras vias. Não é possível tomar insulina em forma de comprimido, pois a mesma seria destruída pelos ácidos do estomago, perdendo, assim, sua eficiência. Com relação às bombas de infusão, temos que conviver com o elevado custo de aquisição e manutenção.
Desenvolvimentos recentes originaram em um novo injetor de insulina livre de agulha, que já vem sendo comercializado com sucesso em alguns países como Reino Unido, Holanda, Portugal, Espanha e Egito desde 2009.
Tecnicamente, este novo injetor, o SQ-PEN, elimina os inconvenientes da agulha, e também os inconvenientes existentes nos injetores de insulina usados anteriormente (perda e/ou vazamento de insulina, disparo acidental do dispositivo, etc.).
O SQ-PEN é um Injetor de insulina sem agulhas que libera a insulina no tecido subcutâneo graças a uma poderosa mola que a injeta através de um bocal especialmente desenhado.
O usuário, após carregar a sua dose prescrita de insulina, só precisa pressionar o bico contra a pele para fazer a injeção, então a insulina é liberada a uma velocidade que permite a sua penetração na pele para sua difusão no tecido subcutâneo. A SQ-PEN só faz o disparo se a pressão contra a pele for suficiente, garantindo assim uma administração plena, com risco mínimo de vazamentos e/ou perdas e sem risco de ativação do dispositivo contra a vontade.
Primeiro a insulina penetra na pele de maneira perpendicular e imediatamente depois se espalha em todas as direções no tecido subcutâneo. A disseminação da insulina é feita de tal forma que é impossível injetar no músculo e até mesmo em alguns casos, podendo reduzir o número de unidades necessárias.
Além disso, o nível de dor percebida com a aplicação sem agulha, de acordo com estudos feito, é significativamente inferior ao nível de dor percebida com os aplicadores tradicionais e a ocorrência de pequenos sangramentos e hematomas é muito menos freqüente do que antes.
A SQ-PEN limita o risco de lipodistrofia (um problema comum em conseqüência das repetidas aplicações de insulina no mesmo local) eliminando o medo de inserir a agulha em algumas áreas do corpo e permitindo assim uma melhor rotação dos locais de aplicação.
Também se sabe que algumas pessoas com diabetes são dependentes de outros (tais como membros da família ou profissionais de saúde) para aplicar sua insulina, porque são muito jovens ou idosos e/ou necessitam de ajuda para evitar acidentes com agulhas. Nestes casos, o uso de um dispositivo como o SQ-PEN pode promover a independência e autonomia no tratamento.
O SQ-PEN é fabricado por uma empresa holandesa a Diabetes Management International B.V., e não temos notícias de quando será comercializada no Brasil.
Dona de Locadora de mulher, vira evangélica!
March 31, 2011 - No comments yetQuando li o post em alguns blogs que iria abrir uma locadora de mulher, no Estado da Paraíba, fiquei assustado: como pode um negócio desses?Como cristãos, a gente nunca pode duvidar da capacidade de Deus em operar milagres, e temos que orar por isso. A Bíblia diz que: "...onde abundou o pecado, superabundou a Graça", Novo Testamento, Livro de Romanos, capítulo 5, versículo 20.
Assim, fiquei menos espantado quando li a publicação em jornal da Paraíba de hoje, 31/03/2011, que a ex-empresária agora "virou crente". Aleluia!
Dona de Locadora de Mulher desiste de abrir estabelecimento e vira evangélica
A dona do bar 'Brega e Chick', que ficou conhecido como 'Locadora da Mulher' na cidade de Cajazeiras, no sertão do estado, decidiu, na manhã desta quinta-feira (31), fechar de vez o estabelecimento. Isso porque ela aceitou Jesus e decidiu virar evangélica da Igreja Assembléia de Deus.
Segundo Carla Simone Braga, ela analisou todos os comentários das pessoas durante todo esse processo e constatou que a maioria dos comentários maldosos era de católicos. "Já havia frequentado a Assembleia de Deus, mas agora é pra valer", disse Carla.
Ela adiantou que procurou o pastor da igreja na manhã de hoje, mas não o encontrou. "Hoje à noite, eu vou ao meu primeiro culto. Fui muito bem aceita pela comunidade evangélica."
Carla Simone informou que não imaginava que o nome 'Locadora de Mulher' iria dá tanta polêmica e pediu desculpas à população de Cajazeiras e da Paraíba. E concluiu: "Finalmente, a polêmica teve um fim."
Correio da PB
Diabetes, a série no Fantástico2
March 31, 2011 - No comments yet![]() |
| Samuel, quando foi diagnosticado diabético (tipo 1) |
Visando esclarecer a que o diabetes tipo1 é diferente do diabetes tipo2, postamos novamente informações a esse respeito:
Temos ouvido, lido e aprendido - pois o bem estar de nosso filho Samuel (e da gente) depende disso.
Para pacientes do diabetes tipo 2, o processo é diferente de pacientes com diabetes tipo 1; nestes, as células do pâncreas são interpretadas como nocivas pelos anti-corpos que combatem infecções no organismo, em algum momento da vida entre o nascimento e a puberdade (até num simples resfriado).
O diabetes tipo1 é classificado como doença auto-imune. O pâncreas de Samuel está funcionando entre 10% e 30% atualmente, tornando-o um insulino-dependente, conforme tabela da CID. Temos que monitorar, para evitar hipoglicemia e hiperglicemia, além de controlar esses "vales" e "picos", evitando efeitos colaterais, que podem afetar: visão, audição, fala, rins, fígado e coração, principalmente. Numa criança, que chora sem poder expressar o que está sentindo e onde está doendo, nosso desafio é um pouco maior. O estresse provoca tanto um cenário quanto o outro.
Tem vezes, não raras, que só podemos abraçá-lo e dar carinho, e manter a serenidade e calma, enquanto ele se debate pedindo tudo e não querendo nada (leite, cama, rede, carro, biscoito, água, abrir, sair, fechar, papai, mamãe, titia, etc), esse fenômeno é chamado de "alvorecer" ou de "entardecer", conforme o horário que se manifeste (geralmente tem sido nas madrugadas).
Nem sempre podemos administrar insulina, pois, nas dosagens, o resultado aponta com dentro do padrão (o que não impede que o cérebro tenha sido confundido por uma mudança brusca entre dois índices, dando a impressão para o corpo, de ele está em hiper ou hipoglicemia).
Veja artigos abaixo, sobre o assunto: por favor leia mesmo, até para que você possa ajudar pessoas com um ou outro tipo de diabetes.
Fenômeno do Alvorecer (Dawn Phenomenon)
Fonte: parte em http://diabetes.healthcentersonline.com, e mais outros sites.
Tradução: Márcia de Castro Porto
O "Fenômeno do Alvorecer" (em inglês: Dawn phenomenon) é um aumento nos níveis de glicose que ocorre nas primeiras horas da manhã. Isso ocorre naturalmente com todas as pessoas, mas pode resultar em um aumento anormal dos níveis de glicose para aqueles que possuem diabetes. Tais pacientes precisam fazer ajustes no seu regime de insulina para lidar com o Fenômeno do Alvorecer.
O Fenômeno do Alvorecer geralmente ocorre entre 3 e 8 horas da manhã. Durante a noite, o corpo libera um grupo de hormônios conhecidos como hormônios contra-regulatórios. Existem 4 tipos de hormônios contra-regulatórios: Adrenalina, glucagon, cortisol e GH (hormônio do crescimento). Esse hormônios avisam ao fígado para liberar glicose na corrente sanguínea e suprimir a atividade da insulina, causando o aumento nos níveis de glicose. Isso é facilmente administrado pelo organismo de pessoas normais, mas torna-se um problema para os diabéticos.
Por quê? Bem, na maioria das pessoas, nesse fenômeno do alvorecer os níveis de glicose aumentam somente o suficiente para fornecer ao corpo a energia necessária para acordar e começar o dia. Nesses casos, qualquer excesso de glicose é resolvido com uma rajada de insulina. Contudo, aqueles com diabetes não produzem insulina suficiente (diabetes tipo 1) ou não a utilizam devidamente (diabetes tipo 2) para responder a esses aumentos no nível de glicose. Como resultado, eles continuam a crescer até atingir um patamar anormalmente alto, causando hiperglicemia.
Naqueles que estão em fase de crescimento, esse fenômeno é mais visível ainda.
Fonte: parte em http://diabetes.healthcentersonline.com, e mais outros sites.
Tradução: Márcia de Castro Porto
O "Fenômeno do Alvorecer" (em inglês: Dawn phenomenon) é um aumento nos níveis de glicose que ocorre nas primeiras horas da manhã. Isso ocorre naturalmente com todas as pessoas, mas pode resultar em um aumento anormal dos níveis de glicose para aqueles que possuem diabetes. Tais pacientes precisam fazer ajustes no seu regime de insulina para lidar com o Fenômeno do Alvorecer.
O Fenômeno do Alvorecer geralmente ocorre entre 3 e 8 horas da manhã. Durante a noite, o corpo libera um grupo de hormônios conhecidos como hormônios contra-regulatórios. Existem 4 tipos de hormônios contra-regulatórios: Adrenalina, glucagon, cortisol e GH (hormônio do crescimento). Esse hormônios avisam ao fígado para liberar glicose na corrente sanguínea e suprimir a atividade da insulina, causando o aumento nos níveis de glicose. Isso é facilmente administrado pelo organismo de pessoas normais, mas torna-se um problema para os diabéticos.
Por quê? Bem, na maioria das pessoas, nesse fenômeno do alvorecer os níveis de glicose aumentam somente o suficiente para fornecer ao corpo a energia necessária para acordar e começar o dia. Nesses casos, qualquer excesso de glicose é resolvido com uma rajada de insulina. Contudo, aqueles com diabetes não produzem insulina suficiente (diabetes tipo 1) ou não a utilizam devidamente (diabetes tipo 2) para responder a esses aumentos no nível de glicose. Como resultado, eles continuam a crescer até atingir um patamar anormalmente alto, causando hiperglicemia.
Naqueles que estão em fase de crescimento, esse fenômeno é mais visível ainda.
Esta outra matéria é do UOL, do dia 18/02/2011:
18/2/2011 - UOL
Jornal Folha de São Paulo - por Fernanda Bassette
Sabe-se que o diabetes mais comum, do tipo 2, está em ascensão no mundo, devido a obesidade e maus hábitos. Agora, estudos mostram que também os casos do diabetes mais raro, tipo 1 (não ligado a sobrepeso e sedentarismo), crescem em níveis preocupantes.
Estudo epidemiológico feito por 20 anos no interior de São Paulo concluiu que a incidência da doença aumentou 9,6 vezes no período analisado (1986 a 2006). Os resultados serão publicados no "Journal of Endocrinological Investigation".
O levantamento foi feito só em Bauru, mas endocrinologistas confirmam que o crescimento do chamado diabetes juvenil pode ser observado em todo o país, embora em proporções diferentes.
O diabetes tipo 1, ou juvenil, é uma doença autoimune: as células responsáveis pela produção de insulina no pâncreas sofrem uma autoagressão e deixam de produzir o hormônio. Assim, os níveis de glicose no sangue aumentam e o paciente torna-se dependente do uso de insulina externa para o resto da vida. Em geral, o diagnóstico é feito entre os cinco e os dez anos de idade, dai o nome.
O estudo foi feito pelo endocrinologista Carlos Antonio Negrato, diretor-clínico da Associação dos Diabétitos de Bauru e do departamento de diabetes gestacional da Sociedade Brasileira de Diabetes.
O pesquisador avaliou a incidência anual da doença — que é o surgimento de casos novos, para cada grupo de 100 mil crianças menores 15 anos.
Para isso, usou informações de pacientes notificados por médicos, por pessoas que procuravam a associação de diabéticos da cidade e por um censo escolar feito anualmente em todas as escolas do município.
No período do estudo, 176 casos foram diagnosticados. A Incidência variou de 2,82 casos para cada 100 mil crianças, em 1987, para 27,20 casos para cada 100 mil em 2002, — ano que apresentou a maior incidência.
Segundo Negrato, em 71,43% dos anos avaliados o padrão de incidência foi considerado alto (de 10 a 19,99 casos por 100 mil/ano) e muito alto (igual ou mais de 20 casos por 100 mil).
• Possíveis causas
Ainda não há explicação precisa para o aumento no número de casos. Trabalhos científicos feitos no exterior chegam à mesma conclusão, mas não apontam as causas exatas.
"Fatores ambientais, temperaturas mais baixas, algumas viroses, introdução precoce do leite de vaca e seus derivados, associados à predisposição genética, parecem exercer alguma influência", diz Negrato.
Os resultados do levantamento são importantes, por refletirem uma situação que os médicos observam na prática clínica, afirma Augusto Pimazoni Neto, coordenador do grupo de controle do diabetes do Hospital do Rim e Hipertensão da Unifesp. "O trabalho mostra o tamanho do problema".
Essa evolução não está relacionada à subnotificação de casos, afirma o endocrinologista Roberto Betti, do núcleo de diabetes do InCor . "O diabetes tipo 1 é uma doença com sinais clínicos muito claros. O aumento é bem preocupante, porque trata-se de uma doença que deixa o paciente dependente de insulina por toda a vida."
• Picada de agulha é rotina para adolescentes
Abrir mão de bolacha recheada e tomar injeção não são coisas fáceis para adultos, que dirá para garotos. Mas Felipe, 17, Giulia, 10, e Kawe, 10 aprenderam a controlar o diabetes 1 e a conviver com dietas e picadas.
Felipe Droppa Poleti descobriu a doença aos 14 anos. Depois de perder quatro quilos e de sentir vontade de ir ao banheiro a cada dez minutos, decidiu procurar um médico.
Fez os exames e descobriu que o nível de glicose no sangue estava 426 mg/dl (o normal é entre 80 e 100 mg/dl). "Fui internado. No começo, chorei desesperadamente, porque eu achava o fim do mundo ter que tomar injeção todos os dias antes de comer. O tempo foi passando e hoje tenho uma vida normal, apesar de picar minha barriga, coxa ou braço pelo menos quatro vezes ao dia", diz.
Giulia Pellegatti Britto Rosa foi diagnosticada aos nove. Depois de uma festa, passou a noite bebendo água e urinando com muita frequência. Constatou que o índice de glicose no sangue também estava fora dos padrões. Foi internada às pressas e ficou 11 dias no hospital.
A menina diz que o que mais a incomodou, depois de saber o diagnóstico, foi abrir mão dos doces e passar a carregar agulha e insulina para onde for.
"Não foi fácil me acostumar com as picadas de agulha duas vezes por dia. Mas, agora, um ano e três meses depois, eu mesma aplico as injeções e não vejo mais problemas nisso."
O estudante Kawe Molina Ustolin Valêncio tinha seis anos quando descobriu que era diabético. Assim como Felipe e Giulia, bebia muita água, ia muito ao banheiro e também precisou ser internado.
Mas, diferentemente de Felipe e Giulia, que se picam o dia todo, Kawe usa uma bomba de insulina presa à cintura. O aparelho libera o hormônio constantemente, sempre que necessário. Mas ele não está livre das picadas: são feitas a cada três dias, para controle.
O menino, que se acostumou a ler a tabela nutricional dos alimentos antes de os consumir, reclama da dieta sem bolachas, sem macarrão, sem arroz, sem pão. "Agora, tudo é integral. Eu também sinto falta de tomar fanta uva."







