<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title>OndaVermelha's RSS feed</title><link>http://dilmanarede.com.br/ondavermelha</link><description>OndaVermelha's content published at #dilmanarede</description><item><title>Dilma chega a Porto Alegre para comemorar aniversário</title><description>&lt;p&gt;A presidente eleita Dilma Rousseff chegou a Porto Alegre na noite  deste domingo. Escoltada por quatro viaturas da Polícia Federal, Dilma  foi direto ao seu apartamento na Vila Assunção, zona sul da Capital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A previsão é de que ela fique no Estado até quarta-feira. Na  terça-feira, Dilma deve comemorar seu aniversário de 63 anos com a  família.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&amp;amp;local=1&amp;amp;section=Pol%EDtica&amp;amp;newsID=a3140066.xml"&gt;Zero Hora&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 13 Dec 2010 11:41:55 -0300</pubDate><link>http://dilmanarede.com.br/ondavermelha/mulheres-com-dilma/dilma-chega-a-porto-alegre-para-comemorar-aniversario</link><guid>http://dilmanarede.com.br/ondavermelha/mulheres-com-dilma/dilma-chega-a-porto-alegre-para-comemorar-aniversario</guid></item><item><title>Futuro ministro da Justiça diz que buscará ‘pacto nacional de segurança’</title><description>&lt;p&gt;Convidado pela presidente eleita Dilma Rousseff &lt;a href="http://g1.globo.com/politica/noticia/2010/12/equipe-de-transicao-anuncia-mais-tres-ministros-do-governo-dilma.html"&gt;para assumir o Ministério da Justiça&lt;/a&gt;, o deputado federal José Eduardo Cardozo (PT-SP) afirmou ao &lt;strong&gt;G1&lt;/strong&gt; que terá como primeira missão à frente da pasta articular em janeiro  uma reunião com prefeitos e governadores em busca da implementação de um  pacto nacional de segurança pública.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em entrevista na noite desta sexta-feira (3), Cardozo disse que o  principal pedido de Dilma para o ministério é um trabalho mais intenso  na área de segurança pública.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“A presidente Dilma falou que a questão da segurança pública é  fundamental no governo. Eu agradeci a confiança e disse que vou dar todo  meu empenho para isso. Temos de unir governadores e prefeitos em um  enfrentamento contra o crime organizado. É uma tarefa de articulação  política. É hora de unir forças, não de fazer disputas políticas”, disse  o futuro ministro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de cotado para a vaga desdeo início do trabalho no governo de  transição, do qual é um dos integrantes, Cardozo contou que só recebeu o  convite oficial da presidente eleita na noite da última quarta-feira  (1), durante uma reunião na Granja do Torto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Do encontro, também participaram o presidente nacional do PT, José  Eduardo Dutra, e o deputado Antonio Palocci, que nesta sexta foi  confirmado como futuro chefe da Casa Civil. “Qualquer solicitação que a  presidente me fizesse eu estaria pronto para assumir, independentemente  de ser ministério”, disse Cardozo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;egundo o novo ministro, além da atenção para a segurança pública, a  presidente eleita também pediu para que sejam intensificados os  trabalhos de vigilância nas fronteiras, nos serviços de inteligência e  na Polícia Federal. Embora tenha recebido autonomia da presidente para  escolher os nomes que vão compor o ministério, Cardozo afirma que vai  submeter cada um ao crivo de Dilma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Ela me assegurou que eu tenho autonomia para isso [escolhas], mas esse  é um trabalho conjunto. Vou submeter cada um dos escolhidos a ela. O  Ministério da Justiça é prioritário no governo, e vamos estruturar uma  equipe capaz de implementar cada uma das metas da presidente”, afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Cardoso, parte da sua missão será baseada no trabalho feito por  três antecessores da pasta, todos no governo do presidente Luiz Inácio  Lula da Silva: Márcio Thomaz Bastos, Tarso Genro e o atual ministro,  Luiz Paulo Barreto. “Os três são, além de meus amigos, minhas  referências para trabalho”, afirmou Cardozo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diante o trabalho intenso que o aguarda, Cardozo fez uma brincadeira,  dizendo que o título que ganhou da presidente eleita durante o governo  de transição, apontado como um dos “três porquinhos” da coordenação da  campanha (os outros dois são Antonio Palocci e José Eduardo Dutra), logo  vai ser trocado para “os três magrinhos”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Logo, logo, os três porquinhos vão virar os três magrinhos, de tanto  trabalho que vamos ter pela frente”, disse o futuro ministro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://g1.globo.com/politica/noticia/2010/12/futuro-ministro-da-justica-diz-que-buscara-pacto-de-seguranca-nacional.html"&gt;G1&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 06 Dec 2010 18:55:27 -0300</pubDate><link>http://dilmanarede.com.br/ondavermelha/mulheres-com-dilma/futuro-ministro-da-justica-diz-que-buscara-%E2%80%98pacto-nacional-de-seguranca%E2%80%99</link><guid>http://dilmanarede.com.br/ondavermelha/mulheres-com-dilma/futuro-ministro-da-justica-diz-que-buscara-%E2%80%98pacto-nacional-de-seguranca%E2%80%99</guid></item><item><title>Dilma deve se reunir com Sérgio Cabral nesta terça-feira</title><description>&lt;p&gt;A presidente eleita, Dilma Rousseff, deve se reunir nesta semana,  possivelmente nesta terça (30), com o governador do Rio de Janeiro,  Sérgio Cabral, para tratar das operações de ocupação de morros e combate  a traficantes no estado. Segundo a assessoria do governo de transição, o  local e horário do encontro ainda não foram definidos. O mais provável,  no entanto, é que a reunião ocorra em Brasília.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dilma e Cabral têm &lt;a href="http://g1.globo.com/politica/noticia/2010/11/dilma-volta-ligar-para-cabral-e-viaja-para-sao-paulo-informa-assessoria.html"&gt;conversado&lt;/a&gt; com frequência por telefone nos últimos dias. A assessoria informou que  a presidente considerou “positivo” o resultado das ações da polícia no  conjunto de favelas do Complexo do Alemão, no fim de semana. Em  conversas com o governador, a presidente afirmou acreditar que o sucesso  no combate ao crime organizado no Rio se deve à parceria entre o  governo do estado e o governo federal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a assessoria, nos telefonemas, Dilma destacou a importância do  uso dos equipamentos da Marinha e a cooperação entre as forças policiais  federais e a polícia militar. A presidente teria garantido ainda que  essa parceria continuará quando ela assumir a Presidência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ministros&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A assessoria do governo de transição afirmou também que Dilma pode  anunciar novos nomes de ministros nesta semana. Até o momento, foi  oficializada apenas a equipe econômica do futuro governo. O ministro da  Fazenda, Guido Mantega, continuará no cargo. A atual coordenadora do  Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Miriam Belchior, assumirá o  Ministério do Planejamento, e a presidência do Banco Central ficará com  o diretor de Normas do BC, Alexandre Tombini.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta segunda (29), Dilma vai se reunir com o presidente do PT, Eduardo  Dutra, e com o deputado federal Antônio Palocci (PT-SP). Ambos são  coordenadores da equipe de transição. Dutra já chegou à Granja do Torto,  onde a presidente eleita está residindo. Nesta terça, de acordo com a  assessoria, Dilma irá participar de uma reunião setorial sobre saúde, no  Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede do gabinete de transição.  Devem comparecer o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, parlamentares  e técnicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2010/11/dilma-deve-se-reunir-com-sergio-cabral-nesta-terca-feira.html"&gt;G1 &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 29 Nov 2010 14:05:36 -0300</pubDate><link>http://dilmanarede.com.br/ondavermelha/mulheres-com-dilma/dilma-deve-se-reunir-com-sergio-cabral-nesta-terca-feira</link><guid>http://dilmanarede.com.br/ondavermelha/mulheres-com-dilma/dilma-deve-se-reunir-com-sergio-cabral-nesta-terca-feira</guid></item><item><title>Número de domicílios com restrição alimentar caiu para 30%, diz IBGE</title><description>&lt;p&gt;SÃO PAULO &amp;#8211; Levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de  Geografia e Estatística (IBGE), a partir de dados da Pesquisa Nacional  por Amostra de Domicílios (PNAD) 2009, revelou que o grau de insegurança  alimentar no país teve uma queda de 34,9%, em 2004, para 30,2%, em  2009.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No ano passado, conforme os dados, 65,6 milhões de pessoas  residentes em 17,7 milhões de domicílios apresentavam alguma restrição  alimentar ou, pelo menos, alguma preocupação com a possibilidade de  ocorrer restrição devido à falta de recursos para adquirir alimentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A proporção de domicílios com insegurança alimentar leve foi  estimada em 18,7%, ou 11 milhões, onde viviam 40,1 milhões de pessoas  (20,9% da população). Aqueles com insegurança alimentar moderada  totalizam 6,5%, o equivalente a 3,8 milhões de residências, onde moravam  14,3 milhões de pessoas (7,4% do total).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já 5% (2,9 milhões) dos domicílios particulares foram enquadrados  em uma situação grave. Esse montante representa 11,2 milhões de  pessoas. Entre 2004 e 2009, também houve redução do problema tanto na  zona urbana (de 33,3% para 29,4%) quanto na rural (de 43,6% para 35,1%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A insegurança alimentar está mais presente nas regiões Norte e  Nordeste, onde chega a 40,3% e 46,1% dos domicílios, respectivamente. Os  maiores afetados são as famílias com rendimento mensal domiciliar per  capita inferior a meio salário mínimo por pessoa (55%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a pesquisa, o problema também está presente em  residências onde residem menores de 18 anos (37,2%), entre pretos e  pardos (43,4%) e para aqueles com menos de um ano de estudo (20,2%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(Fernando Taquari | Valor)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;SÃO PAULO &amp;#8211; Levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de  Geografia e Estatística (IBGE), a partir de dados da Pesquisa Nacional  por Amostra de Domicílios (PNAD) 2009, revelou que o grau de insegurança  alimentar no país teve uma queda de 34,9%, em 2004, para 30,2%, em  2009.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No ano passado, conforme os dados, 65,6 milhões de pessoas  residentes em 17,7 milhões de domicílios apresentavam alguma restrição  alimentar ou, pelo menos, alguma preocupação com a possibilidade de  ocorrer restrição devido à falta de recursos para adquirir alimentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A proporção de domicílios com insegurança alimentar leve foi  estimada em 18,7%, ou 11 milhões, onde viviam 40,1 milhões de pessoas  (20,9% da população). Aqueles com insegurança alimentar moderada  totalizam 6,5%, o equivalente a 3,8 milhões de residências, onde moravam  14,3 milhões de pessoas (7,4% do total).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já 5% (2,9 milhões) dos domicílios particulares foram enquadrados  em uma situação grave. Esse montante representa 11,2 milhões de  pessoas. Entre 2004 e 2009, também houve redução do problema tanto na  zona urbana (de 33,3% para 29,4%) quanto na rural (de 43,6% para 35,1%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A insegurança alimentar está mais presente nas regiões Norte e  Nordeste, onde chega a 40,3% e 46,1% dos domicílios, respectivamente. Os  maiores afetados são as famílias com rendimento mensal domiciliar per  capita inferior a meio salário mínimo por pessoa (55%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a pesquisa, o problema também está presente em  residências onde residem menores de 18 anos (37,2%), entre pretos e  pardos (43,4%) e para aqueles com menos de um ano de estudo (20,2%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(Fernando Taquari | Valor)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://oglobo.globo.com/pais/mat/2010/11/26/numero-de-domicilios-com-restricao-alimentar-caiu-para-30-diz-ibge-923117592.asp"&gt;O Globo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 26 Nov 2010 13:47:06 -0300</pubDate><link>http://dilmanarede.com.br/ondavermelha/mulheres-com-dilma/numero-de-domicilios-com-restricao-alimentar-caiu-para-30-diz-ibge</link><guid>http://dilmanarede.com.br/ondavermelha/mulheres-com-dilma/numero-de-domicilios-com-restricao-alimentar-caiu-para-30-diz-ibge</guid></item><item><title>Nova equipe econômica defende redução de gastos em 2011 e reafirma metas de inflação</title><description>&lt;p&gt;O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou hoje que 2011 será um ano  de consolidação fiscal e de contenção das despesas de custeio. Em tom  enfático, Mantega disse que chegou o momento de reduzir despesas do  governo e realizar um novo movimento anticíclico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Agora que a economia brasileira superou a crise é o momento de reduzir os gastos do governo — afirmou Mantega.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na  primeira entrevista à imprensa como ministro confirmado para seguir a  frente da Fazenda no novo governo, Mantega ressaltou que em 2008 o  governo fez um superávit primário maior que o previsto na meta, o que  permitiu a criação do Fundo Soberano do Brasil (FSB), com recursos do  esforço fiscal mais elevado. Com a crise mundial, no entanto, destacou o  ministro, o governo reduziu o superávit primário para permitir uma  recuperação mais rápida da economia brasileira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mantega insistiu  que agora é o momento de reduzir os gastos, o que permitirá uma queda  mais rápida na taxa de juros. Ele também assegurou que o BNDES receberá  menos recursos do Tesouro Nacional, abrindo espaço para o setor privado  fazer empréstimos de longo prazo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Queremos um crescimento que não gere dívida pública e não aumente endividamento do Estado e não gere inflação — afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O  ministro falou em manutenção do &amp;#8220;crescimento de qualidade&amp;#8221;, aumentando  os investimentos e fortalecendo o mercado interno, de modo a gerar  milhões de empregos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Esta é uma das prioridades máximas da equipe econômica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mantega  também se posicionou contra todas as tentativas de aprovar as chamadas  &amp;#8220;bombas fiscais&amp;#8221; em tramitação no Legislativo. O ministro criticou as  articulações para elevar o salário mínimo a patamar superior aos R$ 540  autorizados pelo governo e condenou qualquer movimento pela aprovação da  PEC 300, que define um piso nacional para policiais militares, pelo  aumento dos servidores do Judiciário e dos aposentados que ganham mais  de dois salários mínimos. O ministro ressaltou, por exemplo, que  eventual aprovação da PEC 300 pode resultar num impacto de R$ 46 bilhões  nas contas da União, Estados e municípios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Planejamento quer melhorar gasto público&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além de Mantega, participaram da entrevista coletiva no  Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, onde funciona o  governo de transição, os nomes escolhidos para o Planejamento (Miriam  Belchior) e para o Banco Central (Alexandre Tombini).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A  futura titular do Planejamento, Miriam Belchior, disse hoje que o novo  governo terá foco na melhoria do gasto público, planejamento das ações  de governo e melhoria dos serviços prestados à população.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;—  Temos de enfrentar a disparidade entre o recurso disponível e o que é  necessário. Queremos seguir ampliando a participação do investimento  público no gasto total do governo — disse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a futura ministra, a pasta vai reavaliar todos os maiores gastos de custeio para potencializar sua utilização.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— É possível fazer mais com menos — afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A futura ministra salientou que um dos focos do Planejamento será a melhoria da gestão pública.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;—  Queremos seguir modernizando a administração para que se torne mais  eficiente, mais voltada para resultado e mais focada no cidadão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Autonomia do BC reafirmada&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O  indicado por Dilma Rousseff para ocupar a Presidência do Banco Central  (BC), Alexandre Tombini, garantiu que a autonomia da instituição  financeira se manterá em sua futura gestão. Essa autonomia, segundo  Tombini, foi um dos pontos destacados pela presidente eleita ao fazer o  convite.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— A presidente Dilma disse que nesse regime econômico  consolidado pelo qual o Brasil passa não existe meia autonomia. É  autonomia total — afirmou Tombini.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Tombini, a autonomia do BC &amp;#8220;é da natureza do regime&amp;#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;—  Não é uma autonomia de objetivos, Quem garante o objetivo é a sociedade  e o governo por meio do Conselho Monetário Nacional (CNM). Mas para  atingir esses objetivos, o trabalho é do Banco Central.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tombini  disse que a instituição perseguirá o controle da inflação dentro da  meta. Para o próximo ano, a meta está definida em 4,5%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;— Dilma espera que o Banco Central cumpra seu papel de manter a meta de inflação em 4,5% — informou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/zhdinheiro/19,0,3119760,Nova-equipe-economica-defende-contencao-de-gastos-em-2011-e-reafirma-metas-de-inflacao.html"&gt;Zero Hora&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 25 Nov 2010 09:39:36 -0300</pubDate><link>http://dilmanarede.com.br/ondavermelha/mulheres-com-dilma/nova-equipe-economica-defende-reducao-de-gastos-em-2011-e-reafirma-metas-de-inflacao</link><guid>http://dilmanarede.com.br/ondavermelha/mulheres-com-dilma/nova-equipe-economica-defende-reducao-de-gastos-em-2011-e-reafirma-metas-de-inflacao</guid></item></channel></rss>