<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Tatuad@s com Dilma \o/'s RSS feed</title><link>http://dilmanarede.com.br/tatuads-com-dilma-o</link><description>Tatuad@s com Dilma \o/'s content published at #dilmanarede</description><item><title>Porque me Filiei ao PT</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O mundo capitalista é abissalmente injusto. Dei-me conta disso tarde até, mesmo tendo sentido na pele suas garras. Minha mãe faleceu sendo explorada por uma multinacional, a Wall Mart, que além de pagar um salário inferior ao mínimo, faz com que as pessoas trabalhem mais do que 40 horas e proíbe a organização em sindicato. E desde cedo, eu, minha irmã e minha mãe vagamos pelo mundo, vivendo de aluguel, sem nunca ter casa própia, estudando em mais de 10 escolas, morando em mais de 20 casas, e inclusive no olho da rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que na minha família praticamente não houvesse influência católica, comecei a participar de um grupo de jovens aos 12 anos, por ser a única alternativa inteligente que se apresentava no lugar em que eu morava. E a Pastoral da juventude estudantil transformou minha vida pra sempre, bem como a vida de tantos. Não nos catequiza, mas nos apresenta a urgência de nos organizarmos pra enfrentar esse sistema atroz que mata um jovem pobre por hora, pra que os mesmos poucos de sempre gozem criminosamente de previlégios e sejam invejados e adorados pelas massas. A PJE forma jovens sensíveis, críticos, curiosos, criativos, conscientes. E fazer parte dessa história me alegra muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decidi participar do PT ainda em 2006, porque vi que reclamar sozinha da realidade era um esforço vão. Porque compreendi, num dado momento, que sem organização nada pode ser transformado. E que, quando nós não participamos das disputas, tenham certeza, alguém o faz e o faz com os objetivos mais variados. Decidi me filiar ao PT porque hoje tenho 22 anos e me lembro que quando tinha 10, 11 anos a situação do país, da minha família e das pessoas da minha volta, da minha classe social, era muito pior. E, especialmente porque, na pastoral adquiri consciência de classe. E, sendo da classe trabalhadora, me identifico profundamente com a esquerda e com um projeto radicalmente democrático e justo, onde a propriedade dos grandes meios de produção seja coletiva, onde não haja mais classes, nem exploração, nem opressão. Um projeto possível, na verdade uma necessidade histórica, que chamamos de Socialismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sou romântica nem cega a ponto de afirmar que o PT fará a revolução estando no governo. Contudo, tenho segurança que o nosso partido cumpre um papel decisivo no caminho da justiça social, encarando frontalmente a burguesia nacional organizada nos seus partidos reacionários, erradicando a fome(coisa que só quem a sentiu de verdade sabe o que significa), ampliando o acesso à universidade, inclusive incluindo negros, negras, indígenas, pobres, melhorando, enfim, a vida da classe trabalhadora que num futuro próximo terá condições de se organizar de fato e forjar um outro tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu quero fazer parte também dessa história. Não quero ser apenas peso no mundo, espectadora, omissa, tampouco quero contribuir com os burgueses, os donos da mídia golpista e sanguinária, engrossando o coro do antipetismo, do antipartidarismo, da não organização, da ação individual, que lhes serve porque não faz nem cócegas ao sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, por causa da minha história de vida e do meu processo de conciência, tenho lado nas disputas. Por isso me filiei ao PT. E milito na Articulação de Esquerda justamente por ser crítica ao governo e, ao mesmo tempo reconhecer a sua importância no curso da história e na vida das pessoas e por, especialmente, ser intransigente na defesa do socialismo possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E lá vamos nós, na contramão da ideologia que decretou o fim da história, que diz que é obsceno filiar-se a um partido, se posicionar politicamente, acreditar num amanhã justo, ser solidário hoje. Nós vamos na contramão do machismo que nos humilha diariamente, nos impõe preço e padrão, nos faz crer que somos menos capazes de encarar a vida de frente, com autonomia pra decidir. Ousamos aliar o discruso à prática e, apesar de fazermos pouca propaganda e pouco discurso, estamos organizando Estágios de Vivências de estudantes em assentamentos e acampamentos sem-terra por vários cantos do país, lutando por democracia em muitas universidades, quebrando a cabeça pra achar um jeito coerente de fazer política estudantil, sem enganar as pessoas; forjando uma organização de mulheres que não nos isole dos grandes debates, mas nos empodere pra os protagonizarmos. Uma política de alianças que force o PT e o governo pra esquerda; pela integração latinoamericana e caribenha numa estratégia anticapitalista e socialista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gosto de lembrar daquela frase do Galeano que justifica a luta teimosa dos povos humilhados do nosso continente, com a qual justifico também a nossa luta: "Somos o que fazemos, mas somos, principalmente, o que fazemos pra transformar o que somos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço em quem acreditar.&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Tábata SilveiraPorto Alegre, RS, Brasil&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style="color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Militante de esquerda, feminista, petista, estudante, assentada na comunidade urbana Utopia e Luta e pandeirista, ansiosa por um mundo novo.&lt;/span&gt;
&lt;div style="color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.acoragemdedizer.blogspot.com.br/2012/02/porque-me-filiei-ao-pt.html" target="_blank" style="color: #234786;"&gt;http://www.acoragemdedizer.blogspot.com.br/2012/02/porque-me-filiei-ao-pt.html&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description><pubDate>Tue, 29 May 2012 21:42:52 -0300</pubDate><link>http://dilmanarede.com.br/tatuads-com-dilma-o/blog/porque-me-filiei-ao-pt</link><guid>http://dilmanarede.com.br/tatuads-com-dilma-o/blog/porque-me-filiei-ao-pt</guid></item><item><title>Porque me Filiei ao PT</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O mundo capitalista é abissalmente injusto. Dei-me conta disso tarde até, mesmo tendo sentido na pele suas garras. Minha mãe faleceu sendo explorada por uma multinacional, a Wall Mart, que além de pagar um salário inferior ao mínimo, faz com que as pessoas trabalhem mais do que 40 horas e proíbe a organização em sindicato. E desde cedo, eu, minha irmã e minha mãe vagamos pelo mundo, vivendo de aluguel, sem nunca ter casa própia, estudando em mais de 10 escolas, morando em mais de 20 casas, e inclusive no olho da rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que na minha família praticamente não houvesse influência católica, comecei a participar de um grupo de jovens aos 12 anos, por ser a única alternativa inteligente que se apresentava no lugar em que eu morava. E a Pastoral da juventude estudantil transformou minha vida pra sempre, bem como a vida de tantos. Não nos catequiza, mas nos apresenta a urgência de nos organizarmos pra enfrentar esse sistema atroz que mata um jovem pobre por hora, pra que os mesmos poucos de sempre gozem criminosamente de previlégios e sejam invejados e adorados pelas massas. A PJE forma jovens sensíveis, críticos, curiosos, criativos, conscientes. E fazer parte dessa história me alegra muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decidi participar do PT ainda em 2006, porque vi que reclamar sozinha da realidade era um esforço vão. Porque compreendi, num dado momento, que sem organização nada pode ser transformado. E que, quando nós não participamos das disputas, tenham certeza, alguém o faz e o faz com os objetivos mais variados. Decidi me filiar ao PT porque hoje tenho 22 anos e me lembro que quando tinha 10, 11 anos a situação do país, da minha família e das pessoas da minha volta, da minha classe social, era muito pior. E, especialmente porque, na pastoral adquiri consciência de classe. E, sendo da classe trabalhadora, me identifico profundamente com a esquerda e com um projeto radicalmente democrático e justo, onde a propriedade dos grandes meios de produção seja coletiva, onde não haja mais classes, nem exploração, nem opressão. Um projeto possível, na verdade uma necessidade histórica, que chamamos de Socialismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sou romântica nem cega a ponto de afirmar que o PT fará a revolução estando no governo. Contudo, tenho segurança que o nosso partido cumpre um papel decisivo no caminho da justiça social, encarando frontalmente a burguesia nacional organizada nos seus partidos reacionários, erradicando a fome(coisa que só quem a sentiu de verdade sabe o que significa), ampliando o acesso à universidade, inclusive incluindo negros, negras, indígenas, pobres, melhorando, enfim, a vida da classe trabalhadora que num futuro próximo terá condições de se organizar de fato e forjar um outro tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu quero fazer parte também dessa história. Não quero ser apenas peso no mundo, espectadora, omissa, tampouco quero contribuir com os burgueses, os donos da mídia golpista e sanguinária, engrossando o coro do antipetismo, do antipartidarismo, da não organização, da ação individual, que lhes serve porque não faz nem cócegas ao sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, por causa da minha história de vida e do meu processo de conciência, tenho lado nas disputas. Por isso me filiei ao PT. E milito na Articulação de Esquerda justamente por ser crítica ao governo e, ao mesmo tempo reconhecer a sua importância no curso da história e na vida das pessoas e por, especialmente, ser intransigente na defesa do socialismo possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E lá vamos nós, na contramão da ideologia que decretou o fim da história, que diz que é obsceno filiar-se a um partido, se posicionar politicamente, acreditar num amanhã justo, ser solidário hoje. Nós vamos na contramão do machismo que nos humilha diariamente, nos impõe preço e padrão, nos faz crer que somos menos capazes de encarar a vida de frente, com autonomia pra decidir. Ousamos aliar o discruso à prática e, apesar de fazermos pouca propaganda e pouco discurso, estamos organizando Estágios de Vivências de estudantes em assentamentos e acampamentos sem-terra por vários cantos do país, lutando por democracia em muitas universidades, quebrando a cabeça pra achar um jeito coerente de fazer política estudantil, sem enganar as pessoas; forjando uma organização de mulheres que não nos isole dos grandes debates, mas nos empodere pra os protagonizarmos. Uma política de alianças que force o PT e o governo pra esquerda; pela integração latinoamericana e caribenha numa estratégia anticapitalista e socialista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gosto de lembrar daquela frase do Galeano que justifica a luta teimosa dos povos humilhados do nosso continente, com a qual justifico também a nossa luta: "Somos o que fazemos, mas somos, principalmente, o que fazemos pra transformar o que somos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço em quem acreditar.&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Tábata SilveiraPorto Alegre, RS, Brasil&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style="color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Militante de esquerda, feminista, petista, estudante, assentada na comunidade urbana Utopia e Luta e pandeirista, ansiosa por um mundo novo.&lt;/span&gt;
&lt;div style="color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.acoragemdedizer.blogspot.com.br/2012/02/porque-me-filiei-ao-pt.html" target="_blank" style="color: #234786;"&gt;http://www.acoragemdedizer.blogspot.com.br/2012/02/porque-me-filiei-ao-pt.html&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description><pubDate>Tue, 29 May 2012 21:37:09 -0300</pubDate><link>http://dilmanarede.com.br/tatuads-com-dilma-o/blog/porque-me-filiei-ao-pt</link><guid>http://dilmanarede.com.br/tatuads-com-dilma-o/blog/porque-me-filiei-ao-pt</guid></item><item><title>Porque me Filiei ao PT</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O mundo capitalista é abissalmente injusto. Dei-me conta disso tarde até, mesmo tendo sentido na pele suas garras. Minha mãe faleceu sendo explorada por uma multinacional, a Wall Mart, que além de pagar um salário inferior ao mínimo, faz com que as pessoas trabalhem mais do que 40 horas e proíbe a organização em sindicato. E desde cedo, eu, minha irmã e minha mãe vagamos pelo mundo, vivendo de aluguel, sem nunca ter casa própia, estudando em mais de 10 escolas, morando em mais de 20 casas, e inclusive no olho da rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que na minha família praticamente não houvesse influência católica, comecei a participar de um grupo de jovens aos 12 anos, por ser a única alternativa inteligente que se apresentava no lugar em que eu morava. E a Pastoral da juventude estudantil transformou minha vida pra sempre, bem como a vida de tantos. Não nos catequiza, mas nos apresenta a urgência de nos organizarmos pra enfrentar esse sistema atroz que mata um jovem pobre por hora, pra que os mesmos poucos de sempre gozem criminosamente de previlégios e sejam invejados e adorados pelas massas. A PJE forma jovens sensíveis, críticos, curiosos, criativos, conscientes. E fazer parte dessa história me alegra muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decidi participar do PT ainda em 2006, porque vi que reclamar sozinha da realidade era um esforço vão. Porque compreendi, num dado momento, que sem organização nada pode ser transformado. E que, quando nós não participamos das disputas, tenham certeza, alguém o faz e o faz com os objetivos mais variados. Decidi me filiar ao PT porque hoje tenho 22 anos e me lembro que quando tinha 10, 11 anos a situação do país, da minha família e das pessoas da minha volta, da minha classe social, era muito pior. E, especialmente porque, na pastoral adquiri consciência de classe. E, sendo da classe trabalhadora, me identifico profundamente com a esquerda e com um projeto radicalmente democrático e justo, onde a propriedade dos grandes meios de produção seja coletiva, onde não haja mais classes, nem exploração, nem opressão. Um projeto possível, na verdade uma necessidade histórica, que chamamos de Socialismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sou romântica nem cega a ponto de afirmar que o PT fará a revolução estando no governo. Contudo, tenho segurança que o nosso partido cumpre um papel decisivo no caminho da justiça social, encarando frontalmente a burguesia nacional organizada nos seus partidos reacionários, erradicando a fome(coisa que só quem a sentiu de verdade sabe o que significa), ampliando o acesso à universidade, inclusive incluindo negros, negras, indígenas, pobres, melhorando, enfim, a vida da classe trabalhadora que num futuro próximo terá condições de se organizar de fato e forjar um outro tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu quero fazer parte também dessa história. Não quero ser apenas peso no mundo, espectadora, omissa, tampouco quero contribuir com os burgueses, os donos da mídia golpista e sanguinária, engrossando o coro do antipetismo, do antipartidarismo, da não organização, da ação individual, que lhes serve porque não faz nem cócegas ao sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, por causa da minha história de vida e do meu processo de conciência, tenho lado nas disputas. Por isso me filiei ao PT. E milito na Articulação de Esquerda justamente por ser crítica ao governo e, ao mesmo tempo reconhecer a sua importância no curso da história e na vida das pessoas e por, especialmente, ser intransigente na defesa do socialismo possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E lá vamos nós, na contramão da ideologia que decretou o fim da história, que diz que é obsceno filiar-se a um partido, se posicionar politicamente, acreditar num amanhã justo, ser solidário hoje. Nós vamos na contramão do machismo que nos humilha diariamente, nos impõe preço e padrão, nos faz crer que somos menos capazes de encarar a vida de frente, com autonomia pra decidir. Ousamos aliar o discruso à prática e, apesar de fazermos pouca propaganda e pouco discurso, estamos organizando Estágios de Vivências de estudantes em assentamentos e acampamentos sem-terra por vários cantos do país, lutando por democracia em muitas universidades, quebrando a cabeça pra achar um jeito coerente de fazer política estudantil, sem enganar as pessoas; forjando uma organização de mulheres que não nos isole dos grandes debates, mas nos empodere pra os protagonizarmos. Uma política de alianças que force o PT e o governo pra esquerda; pela integração latinoamericana e caribenha numa estratégia anticapitalista e socialista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gosto de lembrar daquela frase do Galeano que justifica a luta teimosa dos povos humilhados do nosso continente, com a qual justifico também a nossa luta: "Somos o que fazemos, mas somos, principalmente, o que fazemos pra transformar o que somos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço em quem acreditar.&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Tábata SilveiraPorto Alegre, RS, Brasil&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style="color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Militante de esquerda, feminista, petista, estudante, assentada na comunidade urbana Utopia e Luta e pandeirista, ansiosa por um mundo novo.&lt;/span&gt;
&lt;div style="color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.acoragemdedizer.blogspot.com.br/2012/02/porque-me-filiei-ao-pt.html" target="_blank" style="color: #234786;"&gt;http://www.acoragemdedizer.blogspot.com.br/2012/02/porque-me-filiei-ao-pt.html&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description><pubDate>Tue, 29 May 2012 21:33:18 -0300</pubDate><link>http://dilmanarede.com.br/tatuads-com-dilma-o/blog/porque-me-filiei-ao-pt</link><guid>http://dilmanarede.com.br/tatuads-com-dilma-o/blog/porque-me-filiei-ao-pt</guid></item><item><title>Ato comemorativo de 50 anos de militância de Geraldo Cândido</title><description>&lt;div class="event-info"&gt;&lt;ul class="event-data"&gt;&lt;li class="event-dates"&gt;&lt;span&gt;When:&lt;/span&gt;March 16, 2012&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span&gt;URL:&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pagina13.org.br/2012/03/ato-comemorativo-de-50-anos-de-militancia-de-geraldo-candido-dia-1602-sindicato-dos-metroviarios-rj/"&gt;http://pagina13.org.br/2012/03/ato-comemorativo-de-50-anos-de-militancia-de-geraldo-candido-dia-1602-sindicato-dos-metroviarios-rj/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span&gt;Address:&lt;/span&gt;Sindicato dos Metroviários, RJ - Av. Rio Branco - Cinelândia&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="event-description"&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="http://pagina13.org.br/wp-content/uploads/2012/02/Arte-convite.jpg" height="562" alt="" width="774" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><pubDate>Mon, 12 Mar 2012 16:18:38 -0300</pubDate><link>http://dilmanarede.com.br/tatuads-com-dilma-o/blog/ato-comemorativo-de-50-anos-de-militancia-de-geraldo-candido</link><guid>http://dilmanarede.com.br/tatuads-com-dilma-o/blog/ato-comemorativo-de-50-anos-de-militancia-de-geraldo-candido</guid></item><item><title>Ato comemorativo de 50 anos de militância de Geraldo Cândido</title><description>&lt;div class="event-info"&gt;&lt;ul class="event-data"&gt;&lt;li class="event-dates"&gt;&lt;span&gt;When:&lt;/span&gt;March 16, 2012&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span&gt;URL:&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pagina13.org.br/2012/03/ato-comemorativo-de-50-anos-de-militancia-de-geraldo-candido-dia-1602-sindicato-dos-metroviarios-rj/"&gt;http://pagina13.org.br/2012/03/ato-comemorativo-de-50-anos-de-militancia-de-geraldo-candido-dia-1602-sindicato-dos-metroviarios-rj/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span&gt;Address:&lt;/span&gt;Sindicato dos Metroviários, RJ - Av. Rio Branco - Cinelândia&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="event-description"&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="http://pagina13.org.br/wp-content/uploads/2012/02/Arte-convite.jpg" height="562" alt="" width="774" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><pubDate>Mon, 12 Mar 2012 16:17:38 -0300</pubDate><link>http://dilmanarede.com.br/tatuads-com-dilma-o/blog/ato-comemorativo-de-50-anos-de-militancia-de-geraldo-candido</link><guid>http://dilmanarede.com.br/tatuads-com-dilma-o/blog/ato-comemorativo-de-50-anos-de-militancia-de-geraldo-candido</guid></item><item><title>Depende de nós - Por: Artur Chinelato</title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;DEPENDE DE NÓS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Por: Artur Chinelato&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;        A frase “Le Brésil n’est pas um pays sérieux” (O Brasil não&lt;br /&gt;é um país sério) foi atribuída ao presidente francês Charles de Gaulle, quando&lt;br /&gt;surgiu uma crise política entre Brasil e França, nos anos 60. A apreensão de&lt;br /&gt;pesqueiros franceses que capturavam lagostas na costa brasileira teria irritado&lt;br /&gt;de Gaulle e o levado a dizer que o Brasil não era um país. Segundo a versão&lt;br /&gt;corrente, o embaixador do Brasil em Paris, teria acrescentado o adjetivo sério,&lt;br /&gt;para amenizar a situação. A crise foi resolvida, mas o mal-estar sempre ficou&lt;br /&gt;apesar do general de Gaulle negar até a sua morte ter dito tal frase. O&lt;br /&gt;surpreendente foi que a frase caiu no gosto popular e os próprios brasileiros a&lt;br /&gt;adotaram como uma crítica a todo deslize que aconteça em qualquer ramo de&lt;br /&gt;atividade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="/articles/public/0017/8602/artur.jpg?1307626232" alt="Artur" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;         Na produção leiteira essa frase pode ser utilizada em inúmeras&lt;br /&gt;situações, desde as empresas fabricantes de insumos, equipamentos e embalagens,&lt;br /&gt;passando pela conduta do produtor, pela assistência técnica particular e oficial,&lt;br /&gt;pelas escolas técnicas e de ensino superior ligadas às ciências agrárias, pelas&lt;br /&gt;empresas e institutos de pesquisa, pelas associações, pelos sindicatos, pelas cooperativas,&lt;br /&gt;pelos laticínios e indústrias, por atacadistas, por varejistas e pelos líderes e&lt;br /&gt;políticos do setor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;         Verifique na pequena lista abaixo, se você já se deparou com&lt;br /&gt;algumas situações descritas. Cada alternativa equivale a um ponto. Some e veja&lt;br /&gt;o resultado no final.&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;empresas&lt;br /&gt;     fornecedoras de insumos e equipamentos que fazem de tudo para vender seus&lt;br /&gt;     produtos aos produtores, mesmo que eles não necessitem desses produtos.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     inocentes demais ou “espertos” demais que embarcam em qualquer ladainha de&lt;br /&gt;     vendedor acreditando que aquele insumo resolverá todos os seus problemas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtor&lt;br /&gt;     que compra sal mineral para ficar com o “baldinho” quando o produto&lt;br /&gt;     acabar.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;técnicos&lt;br /&gt;     que recomendam insumos, equipamentos e técnicas (no popular, tecnologias)&lt;br /&gt;     por interesses inconfessáveis.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     que querem que suas vacas produzam leite e dêem lucro oferecendo a elas&lt;br /&gt;     capim passado de baixa qualidade e muito concentrado, achando que vaca é&lt;br /&gt;     igual a porco.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     que amarram suas vacas na beira da estrada para pastejarem ao longo do dia&lt;br /&gt;     sem água ou sombra.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     que acrescentam água e outros materiais no leite transformando-se em&lt;br /&gt;     verdadeiros alquimistas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     reclamando do preço do litro de leite sem saber qual porcentagem da renda&lt;br /&gt;     bruta está comprometida para pagamento das despesas de custeio (despesas&lt;br /&gt;     do dia-a-dia).&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;reuniões&lt;br /&gt;     de cooperativas e sindicatos onde comparecem no máximo 30% dos associados,&lt;br /&gt;     isso se houver um churrasquinho no final.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     que não pagam a contribuição sindical e querem ter voz na democracia.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;amostragem&lt;br /&gt;     do leite feita sem nenhuma higiene por parte do motorista do caminhão&lt;br /&gt;     tanque.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;mangueira&lt;br /&gt;     de coleta do leite do caminhão tanque suja e empoeirada.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;laticínio&lt;br /&gt;     que na época de falta de leite aceita qualquer líquido branco como leite e&lt;br /&gt;     no momento de sobra do produto, aplica os rigores da legislação para&lt;br /&gt;     desclassificá-lo.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;laticínio&lt;br /&gt;     que faz rodízio de desclassificação do leite entre seus fornecedores para&lt;br /&gt;     ganhar mais. Os produtores não reclamam, pois afinal foi só um dia que o&lt;br /&gt;     leite foi desclassificado.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;cooperativa&lt;br /&gt;     que atua como sanguessuga do produtor usando a palavra cooperativismo como&lt;br /&gt;     escudo.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;embalagens&lt;br /&gt;     de leite que custam o olho da cara.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;atacadistas&lt;br /&gt;     e varejistas que ficam com a maior fatia do bolo.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;dirigentes&lt;br /&gt;     de todo tipo de instituições que se perpetuam no poder sendo retirados&lt;br /&gt;     apenas pela providência divina.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;escolas&lt;br /&gt;     de ensino técnico, abandonadas e que não produzem um pé de alface, quanto&lt;br /&gt;     mais profissionais para o setor.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;alunos&lt;br /&gt;     que se preocupam mais com a diversão do que com as aulas. A maior&lt;br /&gt;     dificuldade nessas instituições é conseguir estacionar o carro. Se o aluno&lt;br /&gt;     conseguir, terá dado um grande passo para se formar.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;faculdades&lt;br /&gt;     e universidades que adotam na grade de aulas, disciplinas que não terão&lt;br /&gt;     nenhuma serventia quando os alunos se formarem.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;professores&lt;br /&gt;     que nunca viram uma vaca pela frente dando aulas sobre bovinocultura&lt;br /&gt;     leiteira.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;universidade&lt;br /&gt;     ou instituição de pesquisa que se preocupam com o número de trabalhos&lt;br /&gt;     publicados e não com a qualidade destes.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;pesquisas&lt;br /&gt;     que não levarão a lugar algum, apenas a uma progressão salarial do&lt;br /&gt;     pesquisador.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;empresas&lt;br /&gt;     de assistência técnica tanto oficial como privada que lançam programas&lt;br /&gt;     cometas, só para fazer bonito no discurso, não tendo compromisso com a continuidade.&lt;br /&gt;     O produtor que embarca nessa “cauda de cometa” está seriamente ameaçado de&lt;br /&gt;     ficar à deriva no espaço.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;instituições&lt;br /&gt;     que obrigam um técnico a atender mais de 100 famílias em assentamentos,&lt;br /&gt;     quando o limite encontra-se entre 25 a 30 propriedades, dependendo das&lt;br /&gt;     distâncias entre elas e do perfil do técnico.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;políticos&lt;br /&gt;     e suas leis que obrigam as cooperativas e laticínios a imprimir nas&lt;br /&gt;     caixinhas de leite uma frase infeliz como: “AVISO IMPORTANTE: Este produto&lt;br /&gt;     não deve ser usado para alimentar crianças menores de 1 (um) ano de idade,&lt;br /&gt;     a não ser por indicação expressa de médico ou nutricionista”.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;governantes&lt;br /&gt;     que não dão condição de trabalho (salário, veículo e combustível) às empresas&lt;br /&gt;     de assistência técnica e extensão rural.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;governantes&lt;br /&gt;     que não cobram resultados efetivos de seus subordinados e com isso não&lt;br /&gt;     promovem uma seleção em seus quadros.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;governantes&lt;br /&gt;     que afirmam em seus discursos que a agropecuária será um dos pilares de seu&lt;br /&gt;     governo, mas que na prática...&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;Resultado:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você assinalou 15 ou&lt;br /&gt;mais itens, seja bem-vindo ao Brasil. Você será um personagem importante para&lt;br /&gt;que mudemos esse país. Faça sua parte bem feita que você já estará fazendo&lt;br /&gt;muito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você assinalou entre 7&lt;br /&gt;e 14 itens, você está indeciso sobre onde mora: Brasil ou países Nórdicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você assinalou 6&lt;br /&gt;itens ou menos, você é um ET ou uma Pollyanna (romance de Eleanor Porter&lt;br /&gt;publicado em 1913 que narra as atitudes sempre otimistas de uma jovem órfã).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;         É evidente que existem muitas empresas, técnicos, escolas,&lt;br /&gt;instituições, líderes do setor e políticos sérios, que precisam passar a ser&lt;br /&gt;referência, para que a frase atribuída ao general de Gaulle seja apenas um&lt;br /&gt;registro folclórico. Isso dependerá de cada um de nós.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2 style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;*ARTUR CHINELATO DE CAMARGO&lt;/em&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;EMBRAPA - Pecuária&lt;br /&gt;Sudeste&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;São Carlos, SP&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;(16) 3411-5630&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;artur@cppse.embrapa.br&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 09 Jun 2011 14:10:08 -0300</pubDate><link>http://dilmanarede.com.br/tatuads-com-dilma-o/blog/depende-de-nos-por-artur-chinelato</link><guid>http://dilmanarede.com.br/tatuads-com-dilma-o/blog/depende-de-nos-por-artur-chinelato</guid></item><item><title>Depende de nós - Por: Artur Chinelato</title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;DEPENDE DE NÓS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Por: Artur Chinelato&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;        A frase “Le Brésil n’est pas um pays sérieux” (O Brasil não&lt;br /&gt;é um país sério) foi atribuída ao presidente francês Charles de Gaulle, quando&lt;br /&gt;surgiu uma crise política entre Brasil e França, nos anos 60. A apreensão de&lt;br /&gt;pesqueiros franceses que capturavam lagostas na costa brasileira teria irritado&lt;br /&gt;de Gaulle e o levado a dizer que o Brasil não era um país. Segundo a versão&lt;br /&gt;corrente, o embaixador do Brasil em Paris, teria acrescentado o adjetivo sério,&lt;br /&gt;para amenizar a situação. A crise foi resolvida, mas o mal-estar sempre ficou&lt;br /&gt;apesar do general de Gaulle negar até a sua morte ter dito tal frase. O&lt;br /&gt;surpreendente foi que a frase caiu no gosto popular e os próprios brasileiros a&lt;br /&gt;adotaram como uma crítica a todo deslize que aconteça em qualquer ramo de&lt;br /&gt;atividade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="/articles/public/0017/8602/artur.jpg?1307626232" alt="Artur" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;         Na produção leiteira essa frase pode ser utilizada em inúmeras&lt;br /&gt;situações, desde as empresas fabricantes de insumos, equipamentos e embalagens,&lt;br /&gt;passando pela conduta do produtor, pela assistência técnica particular e oficial,&lt;br /&gt;pelas escolas técnicas e de ensino superior ligadas às ciências agrárias, pelas&lt;br /&gt;empresas e institutos de pesquisa, pelas associações, pelos sindicatos, pelas cooperativas,&lt;br /&gt;pelos laticínios e indústrias, por atacadistas, por varejistas e pelos líderes e&lt;br /&gt;políticos do setor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;         Verifique na pequena lista abaixo, se você já se deparou com&lt;br /&gt;algumas situações descritas. Cada alternativa equivale a um ponto. Some e veja&lt;br /&gt;o resultado no final.&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;empresas&lt;br /&gt;     fornecedoras de insumos e equipamentos que fazem de tudo para vender seus&lt;br /&gt;     produtos aos produtores, mesmo que eles não necessitem desses produtos.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     inocentes demais ou “espertos” demais que embarcam em qualquer ladainha de&lt;br /&gt;     vendedor acreditando que aquele insumo resolverá todos os seus problemas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtor&lt;br /&gt;     que compra sal mineral para ficar com o “baldinho” quando o produto&lt;br /&gt;     acabar.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;técnicos&lt;br /&gt;     que recomendam insumos, equipamentos e técnicas (no popular, tecnologias)&lt;br /&gt;     por interesses inconfessáveis.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     que querem que suas vacas produzam leite e dêem lucro oferecendo a elas&lt;br /&gt;     capim passado de baixa qualidade e muito concentrado, achando que vaca é&lt;br /&gt;     igual a porco.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     que amarram suas vacas na beira da estrada para pastejarem ao longo do dia&lt;br /&gt;     sem água ou sombra.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     que acrescentam água e outros materiais no leite transformando-se em&lt;br /&gt;     verdadeiros alquimistas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     reclamando do preço do litro de leite sem saber qual porcentagem da renda&lt;br /&gt;     bruta está comprometida para pagamento das despesas de custeio (despesas&lt;br /&gt;     do dia-a-dia).&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;reuniões&lt;br /&gt;     de cooperativas e sindicatos onde comparecem no máximo 30% dos associados,&lt;br /&gt;     isso se houver um churrasquinho no final.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     que não pagam a contribuição sindical e querem ter voz na democracia.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;amostragem&lt;br /&gt;     do leite feita sem nenhuma higiene por parte do motorista do caminhão&lt;br /&gt;     tanque.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;mangueira&lt;br /&gt;     de coleta do leite do caminhão tanque suja e empoeirada.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;laticínio&lt;br /&gt;     que na época de falta de leite aceita qualquer líquido branco como leite e&lt;br /&gt;     no momento de sobra do produto, aplica os rigores da legislação para&lt;br /&gt;     desclassificá-lo.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;laticínio&lt;br /&gt;     que faz rodízio de desclassificação do leite entre seus fornecedores para&lt;br /&gt;     ganhar mais. Os produtores não reclamam, pois afinal foi só um dia que o&lt;br /&gt;     leite foi desclassificado.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;cooperativa&lt;br /&gt;     que atua como sanguessuga do produtor usando a palavra cooperativismo como&lt;br /&gt;     escudo.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;embalagens&lt;br /&gt;     de leite que custam o olho da cara.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;atacadistas&lt;br /&gt;     e varejistas que ficam com a maior fatia do bolo.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;dirigentes&lt;br /&gt;     de todo tipo de instituições que se perpetuam no poder sendo retirados&lt;br /&gt;     apenas pela providência divina.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;escolas&lt;br /&gt;     de ensino técnico, abandonadas e que não produzem um pé de alface, quanto&lt;br /&gt;     mais profissionais para o setor.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;alunos&lt;br /&gt;     que se preocupam mais com a diversão do que com as aulas. A maior&lt;br /&gt;     dificuldade nessas instituições é conseguir estacionar o carro. Se o aluno&lt;br /&gt;     conseguir, terá dado um grande passo para se formar.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;faculdades&lt;br /&gt;     e universidades que adotam na grade de aulas, disciplinas que não terão&lt;br /&gt;     nenhuma serventia quando os alunos se formarem.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;professores&lt;br /&gt;     que nunca viram uma vaca pela frente dando aulas sobre bovinocultura&lt;br /&gt;     leiteira.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;universidade&lt;br /&gt;     ou instituição de pesquisa que se preocupam com o número de trabalhos&lt;br /&gt;     publicados e não com a qualidade destes.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;pesquisas&lt;br /&gt;     que não levarão a lugar algum, apenas a uma progressão salarial do&lt;br /&gt;     pesquisador.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;empresas&lt;br /&gt;     de assistência técnica tanto oficial como privada que lançam programas&lt;br /&gt;     cometas, só para fazer bonito no discurso, não tendo compromisso com a continuidade.&lt;br /&gt;     O produtor que embarca nessa “cauda de cometa” está seriamente ameaçado de&lt;br /&gt;     ficar à deriva no espaço.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;instituições&lt;br /&gt;     que obrigam um técnico a atender mais de 100 famílias em assentamentos,&lt;br /&gt;     quando o limite encontra-se entre 25 a 30 propriedades, dependendo das&lt;br /&gt;     distâncias entre elas e do perfil do técnico.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;políticos&lt;br /&gt;     e suas leis que obrigam as cooperativas e laticínios a imprimir nas&lt;br /&gt;     caixinhas de leite uma frase infeliz como: “AVISO IMPORTANTE: Este produto&lt;br /&gt;     não deve ser usado para alimentar crianças menores de 1 (um) ano de idade,&lt;br /&gt;     a não ser por indicação expressa de médico ou nutricionista”.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;governantes&lt;br /&gt;     que não dão condição de trabalho (salário, veículo e combustível) às empresas&lt;br /&gt;     de assistência técnica e extensão rural.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;governantes&lt;br /&gt;     que não cobram resultados efetivos de seus subordinados e com isso não&lt;br /&gt;     promovem uma seleção em seus quadros.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;governantes&lt;br /&gt;     que afirmam em seus discursos que a agropecuária será um dos pilares de seu&lt;br /&gt;     governo, mas que na prática...&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;Resultado:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você assinalou 15 ou&lt;br /&gt;mais itens, seja bem-vindo ao Brasil. Você será um personagem importante para&lt;br /&gt;que mudemos esse país. Faça sua parte bem feita que você já estará fazendo&lt;br /&gt;muito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você assinalou entre 7&lt;br /&gt;e 14 itens, você está indeciso sobre onde mora: Brasil ou países Nórdicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você assinalou 6&lt;br /&gt;itens ou menos, você é um ET ou uma Pollyanna (romance de Eleanor Porter&lt;br /&gt;publicado em 1913 que narra as atitudes sempre otimistas de uma jovem órfã).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;         É evidente que existem muitas empresas, técnicos, escolas,&lt;br /&gt;instituições, líderes do setor e políticos sérios, que precisam passar a ser&lt;br /&gt;referência, para que a frase atribuída ao general de Gaulle seja apenas um&lt;br /&gt;registro folclórico. Isso dependerá de cada um de nós.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2 style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;*ARTUR CHINELATO DE CAMARGO&lt;/em&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;EMBRAPA - Pecuária&lt;br /&gt;Sudeste&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;São Carlos, SP&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;(16) 3411-5630&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;artur@cppse.embrapa.br&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 09 Jun 2011 14:03:22 -0300</pubDate><link>http://dilmanarede.com.br/tatuads-com-dilma-o/blog/depende-de-nos-por-artur-chinelato</link><guid>http://dilmanarede.com.br/tatuads-com-dilma-o/blog/depende-de-nos-por-artur-chinelato</guid></item><item><title>Depende de nós - Por: Artur Chinelato</title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;DEPENDE DE NÓS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Por: Artur Chinelato&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;        A frase “Le Brésil n’est pas um pays sérieux” (O Brasil não&lt;br /&gt;é um país sério) foi atribuída ao presidente francês Charles de Gaulle, quando&lt;br /&gt;surgiu uma crise política entre Brasil e França, nos anos 60. A apreensão de&lt;br /&gt;pesqueiros franceses que capturavam lagostas na costa brasileira teria irritado&lt;br /&gt;de Gaulle e o levado a dizer que o Brasil não era um país. Segundo a versão&lt;br /&gt;corrente, o embaixador do Brasil em Paris, teria acrescentado o adjetivo sério,&lt;br /&gt;para amenizar a situação. A crise foi resolvida, mas o mal-estar sempre ficou&lt;br /&gt;apesar do general de Gaulle negar até a sua morte ter dito tal frase. O&lt;br /&gt;surpreendente foi que a frase caiu no gosto popular e os próprios brasileiros a&lt;br /&gt;adotaram como uma crítica a todo deslize que aconteça em qualquer ramo de&lt;br /&gt;atividade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="/articles/public/0017/8602/artur.jpg?1307626232" alt="Artur" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;         Na produção leiteira essa frase pode ser utilizada em inúmeras&lt;br /&gt;situações, desde as empresas fabricantes de insumos, equipamentos e embalagens,&lt;br /&gt;passando pela conduta do produtor, pela assistência técnica particular e oficial,&lt;br /&gt;pelas escolas técnicas e de ensino superior ligadas às ciências agrárias, pelas&lt;br /&gt;empresas e institutos de pesquisa, pelas associações, pelos sindicatos, pelas cooperativas,&lt;br /&gt;pelos laticínios e indústrias, por atacadistas, por varejistas e pelos líderes e&lt;br /&gt;políticos do setor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;         Verifique na pequena lista abaixo, se você já se deparou com&lt;br /&gt;algumas situações descritas. Cada alternativa equivale a um ponto. Some e veja&lt;br /&gt;o resultado no final.&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;empresas&lt;br /&gt;     fornecedoras de insumos e equipamentos que fazem de tudo para vender seus&lt;br /&gt;     produtos aos produtores, mesmo que eles não necessitem desses produtos.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     inocentes demais ou “espertos” demais que embarcam em qualquer ladainha de&lt;br /&gt;     vendedor acreditando que aquele insumo resolverá todos os seus problemas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtor&lt;br /&gt;     que compra sal mineral para ficar com o “baldinho” quando o produto&lt;br /&gt;     acabar.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;técnicos&lt;br /&gt;     que recomendam insumos, equipamentos e técnicas (no popular, tecnologias)&lt;br /&gt;     por interesses inconfessáveis.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     que querem que suas vacas produzam leite e dêem lucro oferecendo a elas&lt;br /&gt;     capim passado de baixa qualidade e muito concentrado, achando que vaca é&lt;br /&gt;     igual a porco.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     que amarram suas vacas na beira da estrada para pastejarem ao longo do dia&lt;br /&gt;     sem água ou sombra.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     que acrescentam água e outros materiais no leite transformando-se em&lt;br /&gt;     verdadeiros alquimistas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     reclamando do preço do litro de leite sem saber qual porcentagem da renda&lt;br /&gt;     bruta está comprometida para pagamento das despesas de custeio (despesas&lt;br /&gt;     do dia-a-dia).&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;reuniões&lt;br /&gt;     de cooperativas e sindicatos onde comparecem no máximo 30% dos associados,&lt;br /&gt;     isso se houver um churrasquinho no final.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     que não pagam a contribuição sindical e querem ter voz na democracia.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;amostragem&lt;br /&gt;     do leite feita sem nenhuma higiene por parte do motorista do caminhão&lt;br /&gt;     tanque.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;mangueira&lt;br /&gt;     de coleta do leite do caminhão tanque suja e empoeirada.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;laticínio&lt;br /&gt;     que na época de falta de leite aceita qualquer líquido branco como leite e&lt;br /&gt;     no momento de sobra do produto, aplica os rigores da legislação para&lt;br /&gt;     desclassificá-lo.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;laticínio&lt;br /&gt;     que faz rodízio de desclassificação do leite entre seus fornecedores para&lt;br /&gt;     ganhar mais. Os produtores não reclamam, pois afinal foi só um dia que o&lt;br /&gt;     leite foi desclassificado.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;cooperativa&lt;br /&gt;     que atua como sanguessuga do produtor usando a palavra cooperativismo como&lt;br /&gt;     escudo.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;embalagens&lt;br /&gt;     de leite que custam o olho da cara.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;atacadistas&lt;br /&gt;     e varejistas que ficam com a maior fatia do bolo.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;dirigentes&lt;br /&gt;     de todo tipo de instituições que se perpetuam no poder sendo retirados&lt;br /&gt;     apenas pela providência divina.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;escolas&lt;br /&gt;     de ensino técnico, abandonadas e que não produzem um pé de alface, quanto&lt;br /&gt;     mais profissionais para o setor.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;alunos&lt;br /&gt;     que se preocupam mais com a diversão do que com as aulas. A maior&lt;br /&gt;     dificuldade nessas instituições é conseguir estacionar o carro. Se o aluno&lt;br /&gt;     conseguir, terá dado um grande passo para se formar.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;faculdades&lt;br /&gt;     e universidades que adotam na grade de aulas, disciplinas que não terão&lt;br /&gt;     nenhuma serventia quando os alunos se formarem.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;professores&lt;br /&gt;     que nunca viram uma vaca pela frente dando aulas sobre bovinocultura&lt;br /&gt;     leiteira.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;universidade&lt;br /&gt;     ou instituição de pesquisa que se preocupam com o número de trabalhos&lt;br /&gt;     publicados e não com a qualidade destes.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;pesquisas&lt;br /&gt;     que não levarão a lugar algum, apenas a uma progressão salarial do&lt;br /&gt;     pesquisador.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;empresas&lt;br /&gt;     de assistência técnica tanto oficial como privada que lançam programas&lt;br /&gt;     cometas, só para fazer bonito no discurso, não tendo compromisso com a continuidade.&lt;br /&gt;     O produtor que embarca nessa “cauda de cometa” está seriamente ameaçado de&lt;br /&gt;     ficar à deriva no espaço.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;instituições&lt;br /&gt;     que obrigam um técnico a atender mais de 100 famílias em assentamentos,&lt;br /&gt;     quando o limite encontra-se entre 25 a 30 propriedades, dependendo das&lt;br /&gt;     distâncias entre elas e do perfil do técnico.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;políticos&lt;br /&gt;     e suas leis que obrigam as cooperativas e laticínios a imprimir nas&lt;br /&gt;     caixinhas de leite uma frase infeliz como: “AVISO IMPORTANTE: Este produto&lt;br /&gt;     não deve ser usado para alimentar crianças menores de 1 (um) ano de idade,&lt;br /&gt;     a não ser por indicação expressa de médico ou nutricionista”.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;governantes&lt;br /&gt;     que não dão condição de trabalho (salário, veículo e combustível) às empresas&lt;br /&gt;     de assistência técnica e extensão rural.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;governantes&lt;br /&gt;     que não cobram resultados efetivos de seus subordinados e com isso não&lt;br /&gt;     promovem uma seleção em seus quadros.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;governantes&lt;br /&gt;     que afirmam em seus discursos que a agropecuária será um dos pilares de seu&lt;br /&gt;     governo, mas que na prática...&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;Resultado:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você assinalou 15 ou&lt;br /&gt;mais itens, seja bem-vindo ao Brasil. Você será um personagem importante para&lt;br /&gt;que mudemos esse país. Faça sua parte bem feita que você já estará fazendo&lt;br /&gt;muito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você assinalou entre 7&lt;br /&gt;e 14 itens, você está indeciso sobre onde mora: Brasil ou países Nórdicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você assinalou 6&lt;br /&gt;itens ou menos, você é um ET ou uma Pollyanna (romance de Eleanor Porter&lt;br /&gt;publicado em 1913 que narra as atitudes sempre otimistas de uma jovem órfã).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;         É evidente que existem muitas empresas, técnicos, escolas,&lt;br /&gt;instituições, líderes do setor e políticos sérios, que precisam passar a ser&lt;br /&gt;referência, para que a frase atribuída ao general de Gaulle seja apenas um&lt;br /&gt;registro folclórico. Isso dependerá de cada um de nós.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2 style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;*ARTUR CHINELATO DE CAMARGO&lt;/em&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;EMBRAPA - Pecuária&lt;br /&gt;Sudeste&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;São Carlos, SP&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;(16) 3411-5630&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;artur@cppse.embrapa.br&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 09 Jun 2011 14:01:54 -0300</pubDate><link>http://dilmanarede.com.br/tatuads-com-dilma-o/blog/depende-de-nos-por-artur-chinelato</link><guid>http://dilmanarede.com.br/tatuads-com-dilma-o/blog/depende-de-nos-por-artur-chinelato</guid></item><item><title>Depende de nós - Por: Artur Chinelato</title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;DEPENDE DE NÓS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Por: Artur Chinelato&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;        A frase “Le Brésil n’est pas um pays sérieux” (O Brasil não&lt;br /&gt;é um país sério) foi atribuída ao presidente francês Charles de Gaulle, quando&lt;br /&gt;surgiu uma crise política entre Brasil e França, nos anos 60. A apreensão de&lt;br /&gt;pesqueiros franceses que capturavam lagostas na costa brasileira teria irritado&lt;br /&gt;de Gaulle e o levado a dizer que o Brasil não era um país. Segundo a versão&lt;br /&gt;corrente, o embaixador do Brasil em Paris, teria acrescentado o adjetivo sério,&lt;br /&gt;para amenizar a situação. A crise foi resolvida, mas o mal-estar sempre ficou&lt;br /&gt;apesar do general de Gaulle negar até a sua morte ter dito tal frase. O&lt;br /&gt;surpreendente foi que a frase caiu no gosto popular e os próprios brasileiros a&lt;br /&gt;adotaram como uma crítica a todo deslize que aconteça em qualquer ramo de&lt;br /&gt;atividade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="/articles/public/0017/8602/artur.jpg?1307626232" alt="Artur" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;         Na produção leiteira essa frase pode ser utilizada em inúmeras&lt;br /&gt;situações, desde as empresas fabricantes de insumos, equipamentos e embalagens,&lt;br /&gt;passando pela conduta do produtor, pela assistência técnica particular e oficial,&lt;br /&gt;pelas escolas técnicas e de ensino superior ligadas às ciências agrárias, pelas&lt;br /&gt;empresas e institutos de pesquisa, pelas associações, pelos sindicatos, pelas cooperativas,&lt;br /&gt;pelos laticínios e indústrias, por atacadistas, por varejistas e pelos líderes e&lt;br /&gt;políticos do setor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;         Verifique na pequena lista abaixo, se você já se deparou com&lt;br /&gt;algumas situações descritas. Cada alternativa equivale a um ponto. Some e veja&lt;br /&gt;o resultado no final.&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;empresas&lt;br /&gt;     fornecedoras de insumos e equipamentos que fazem de tudo para vender seus&lt;br /&gt;     produtos aos produtores, mesmo que eles não necessitem desses produtos.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     inocentes demais ou “espertos” demais que embarcam em qualquer ladainha de&lt;br /&gt;     vendedor acreditando que aquele insumo resolverá todos os seus problemas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtor&lt;br /&gt;     que compra sal mineral para ficar com o “baldinho” quando o produto&lt;br /&gt;     acabar.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;técnicos&lt;br /&gt;     que recomendam insumos, equipamentos e técnicas (no popular, tecnologias)&lt;br /&gt;     por interesses inconfessáveis.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     que querem que suas vacas produzam leite e dêem lucro oferecendo a elas&lt;br /&gt;     capim passado de baixa qualidade e muito concentrado, achando que vaca é&lt;br /&gt;     igual a porco.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     que amarram suas vacas na beira da estrada para pastejarem ao longo do dia&lt;br /&gt;     sem água ou sombra.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     que acrescentam água e outros materiais no leite transformando-se em&lt;br /&gt;     verdadeiros alquimistas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     reclamando do preço do litro de leite sem saber qual porcentagem da renda&lt;br /&gt;     bruta está comprometida para pagamento das despesas de custeio (despesas&lt;br /&gt;     do dia-a-dia).&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;reuniões&lt;br /&gt;     de cooperativas e sindicatos onde comparecem no máximo 30% dos associados,&lt;br /&gt;     isso se houver um churrasquinho no final.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     que não pagam a contribuição sindical e querem ter voz na democracia.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;amostragem&lt;br /&gt;     do leite feita sem nenhuma higiene por parte do motorista do caminhão&lt;br /&gt;     tanque.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;mangueira&lt;br /&gt;     de coleta do leite do caminhão tanque suja e empoeirada.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;laticínio&lt;br /&gt;     que na época de falta de leite aceita qualquer líquido branco como leite e&lt;br /&gt;     no momento de sobra do produto, aplica os rigores da legislação para&lt;br /&gt;     desclassificá-lo.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;laticínio&lt;br /&gt;     que faz rodízio de desclassificação do leite entre seus fornecedores para&lt;br /&gt;     ganhar mais. Os produtores não reclamam, pois afinal foi só um dia que o&lt;br /&gt;     leite foi desclassificado.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;cooperativa&lt;br /&gt;     que atua como sanguessuga do produtor usando a palavra cooperativismo como&lt;br /&gt;     escudo.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;embalagens&lt;br /&gt;     de leite que custam o olho da cara.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;atacadistas&lt;br /&gt;     e varejistas que ficam com a maior fatia do bolo.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;dirigentes&lt;br /&gt;     de todo tipo de instituições que se perpetuam no poder sendo retirados&lt;br /&gt;     apenas pela providência divina.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;escolas&lt;br /&gt;     de ensino técnico, abandonadas e que não produzem um pé de alface, quanto&lt;br /&gt;     mais profissionais para o setor.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;alunos&lt;br /&gt;     que se preocupam mais com a diversão do que com as aulas. A maior&lt;br /&gt;     dificuldade nessas instituições é conseguir estacionar o carro. Se o aluno&lt;br /&gt;     conseguir, terá dado um grande passo para se formar.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;faculdades&lt;br /&gt;     e universidades que adotam na grade de aulas, disciplinas que não terão&lt;br /&gt;     nenhuma serventia quando os alunos se formarem.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;professores&lt;br /&gt;     que nunca viram uma vaca pela frente dando aulas sobre bovinocultura&lt;br /&gt;     leiteira.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;universidade&lt;br /&gt;     ou instituição de pesquisa que se preocupam com o número de trabalhos&lt;br /&gt;     publicados e não com a qualidade destes.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;pesquisas&lt;br /&gt;     que não levarão a lugar algum, apenas a uma progressão salarial do&lt;br /&gt;     pesquisador.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;empresas&lt;br /&gt;     de assistência técnica tanto oficial como privada que lançam programas&lt;br /&gt;     cometas, só para fazer bonito no discurso, não tendo compromisso com a continuidade.&lt;br /&gt;     O produtor que embarca nessa “cauda de cometa” está seriamente ameaçado de&lt;br /&gt;     ficar à deriva no espaço.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;instituições&lt;br /&gt;     que obrigam um técnico a atender mais de 100 famílias em assentamentos,&lt;br /&gt;     quando o limite encontra-se entre 25 a 30 propriedades, dependendo das&lt;br /&gt;     distâncias entre elas e do perfil do técnico.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;políticos&lt;br /&gt;     e suas leis que obrigam as cooperativas e laticínios a imprimir nas&lt;br /&gt;     caixinhas de leite uma frase infeliz como: “AVISO IMPORTANTE: Este produto&lt;br /&gt;     não deve ser usado para alimentar crianças menores de 1 (um) ano de idade,&lt;br /&gt;     a não ser por indicação expressa de médico ou nutricionista”.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;governantes&lt;br /&gt;     que não dão condição de trabalho (salário, veículo e combustível) às empresas&lt;br /&gt;     de assistência técnica e extensão rural.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;governantes&lt;br /&gt;     que não cobram resultados efetivos de seus subordinados e com isso não&lt;br /&gt;     promovem uma seleção em seus quadros.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;governantes&lt;br /&gt;     que afirmam em seus discursos que a agropecuária será um dos pilares de seu&lt;br /&gt;     governo, mas que na prática...&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;Resultado:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você assinalou 15 ou&lt;br /&gt;mais itens, seja bem-vindo ao Brasil. Você será um personagem importante para&lt;br /&gt;que mudemos esse país. Faça sua parte bem feita que você já estará fazendo&lt;br /&gt;muito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você assinalou entre 7&lt;br /&gt;e 14 itens, você está indeciso sobre onde mora: Brasil ou países Nórdicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você assinalou 6&lt;br /&gt;itens ou menos, você é um ET ou uma Pollyanna (romance de Eleanor Porter&lt;br /&gt;publicado em 1913 que narra as atitudes sempre otimistas de uma jovem órfã).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;         É evidente que existem muitas empresas, técnicos, escolas,&lt;br /&gt;instituições, líderes do setor e políticos sérios, que precisam passar a ser&lt;br /&gt;referência, para que a frase atribuída ao general de Gaulle seja apenas um&lt;br /&gt;registro folclórico. Isso dependerá de cada um de nós.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2 style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;*ARTUR CHINELATO DE CAMARGO&lt;/em&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;EMBRAPA - Pecuária&lt;br /&gt;Sudeste&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;São Carlos, SP&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;(16) 3411-5630&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;artur@cppse.embrapa.br&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 09 Jun 2011 13:50:36 -0300</pubDate><link>http://dilmanarede.com.br/tatuads-com-dilma-o/blog/depende-de-nos-por-artur-chinelato</link><guid>http://dilmanarede.com.br/tatuads-com-dilma-o/blog/depende-de-nos-por-artur-chinelato</guid></item><item><title>Depende de nós - Por: Artur Chinelato</title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;DEPENDE DE NÓS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Por: Artur Chinelato&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;        A frase “Le Brésil n’est pas um pays sérieux” (O Brasil não&lt;br /&gt;é um país sério) foi atribuída ao presidente francês Charles de Gaulle, quando&lt;br /&gt;surgiu uma crise política entre Brasil e França, nos anos 60. A apreensão de&lt;br /&gt;pesqueiros franceses que capturavam lagostas na costa brasileira teria irritado&lt;br /&gt;de Gaulle e o levado a dizer que o Brasil não era um país. Segundo a versão&lt;br /&gt;corrente, o embaixador do Brasil em Paris, teria acrescentado o adjetivo sério,&lt;br /&gt;para amenizar a situação. A crise foi resolvida, mas o mal-estar sempre ficou&lt;br /&gt;apesar do general de Gaulle negar até a sua morte ter dito tal frase. O&lt;br /&gt;surpreendente foi que a frase caiu no gosto popular e os próprios brasileiros a&lt;br /&gt;adotaram como uma crítica a todo deslize que aconteça em qualquer ramo de&lt;br /&gt;atividade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="/articles/public/0017/8602/artur.jpg?1307626232" alt="Artur" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;         Na produção leiteira essa frase pode ser utilizada em inúmeras&lt;br /&gt;situações, desde as empresas fabricantes de insumos, equipamentos e embalagens,&lt;br /&gt;passando pela conduta do produtor, pela assistência técnica particular e oficial,&lt;br /&gt;pelas escolas técnicas e de ensino superior ligadas às ciências agrárias, pelas&lt;br /&gt;empresas e institutos de pesquisa, pelas associações, pelos sindicatos, pelas cooperativas,&lt;br /&gt;pelos laticínios e indústrias, por atacadistas, por varejistas e pelos líderes e&lt;br /&gt;políticos do setor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;         Verifique na pequena lista abaixo, se você já se deparou com&lt;br /&gt;algumas situações descritas. Cada alternativa equivale a um ponto. Some e veja&lt;br /&gt;o resultado no final.&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;empresas&lt;br /&gt;     fornecedoras de insumos e equipamentos que fazem de tudo para vender seus&lt;br /&gt;     produtos aos produtores, mesmo que eles não necessitem desses produtos.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     inocentes demais ou “espertos” demais que embarcam em qualquer ladainha de&lt;br /&gt;     vendedor acreditando que aquele insumo resolverá todos os seus problemas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtor&lt;br /&gt;     que compra sal mineral para ficar com o “baldinho” quando o produto&lt;br /&gt;     acabar.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;técnicos&lt;br /&gt;     que recomendam insumos, equipamentos e técnicas (no popular, tecnologias)&lt;br /&gt;     por interesses inconfessáveis.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     que querem que suas vacas produzam leite e dêem lucro oferecendo a elas&lt;br /&gt;     capim passado de baixa qualidade e muito concentrado, achando que vaca é&lt;br /&gt;     igual a porco.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     que amarram suas vacas na beira da estrada para pastejarem ao longo do dia&lt;br /&gt;     sem água ou sombra.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     que acrescentam água e outros materiais no leite transformando-se em&lt;br /&gt;     verdadeiros alquimistas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     reclamando do preço do litro de leite sem saber qual porcentagem da renda&lt;br /&gt;     bruta está comprometida para pagamento das despesas de custeio (despesas&lt;br /&gt;     do dia-a-dia).&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;reuniões&lt;br /&gt;     de cooperativas e sindicatos onde comparecem no máximo 30% dos associados,&lt;br /&gt;     isso se houver um churrasquinho no final.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produtores&lt;br /&gt;     que não pagam a contribuição sindical e querem ter voz na democracia.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;amostragem&lt;br /&gt;     do leite feita sem nenhuma higiene por parte do motorista do caminhão&lt;br /&gt;     tanque.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;mangueira&lt;br /&gt;     de coleta do leite do caminhão tanque suja e empoeirada.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;laticínio&lt;br /&gt;     que na época de falta de leite aceita qualquer líquido branco como leite e&lt;br /&gt;     no momento de sobra do produto, aplica os rigores da legislação para&lt;br /&gt;     desclassificá-lo.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;laticínio&lt;br /&gt;     que faz rodízio de desclassificação do leite entre seus fornecedores para&lt;br /&gt;     ganhar mais. Os produtores não reclamam, pois afinal foi só um dia que o&lt;br /&gt;     leite foi desclassificado.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;cooperativa&lt;br /&gt;     que atua como sanguessuga do produtor usando a palavra cooperativismo como&lt;br /&gt;     escudo.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;embalagens&lt;br /&gt;     de leite que custam o olho da cara.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;atacadistas&lt;br /&gt;     e varejistas que ficam com a maior fatia do bolo.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;dirigentes&lt;br /&gt;     de todo tipo de instituições que se perpetuam no poder sendo retirados&lt;br /&gt;     apenas pela providência divina.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;escolas&lt;br /&gt;     de ensino técnico, abandonadas e que não produzem um pé de alface, quanto&lt;br /&gt;     mais profissionais para o setor.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;alunos&lt;br /&gt;     que se preocupam mais com a diversão do que com as aulas. A maior&lt;br /&gt;     dificuldade nessas instituições é conseguir estacionar o carro. Se o aluno&lt;br /&gt;     conseguir, terá dado um grande passo para se formar.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;faculdades&lt;br /&gt;     e universidades que adotam na grade de aulas, disciplinas que não terão&lt;br /&gt;     nenhuma serventia quando os alunos se formarem.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;professores&lt;br /&gt;     que nunca viram uma vaca pela frente dando aulas sobre bovinocultura&lt;br /&gt;     leiteira.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;universidade&lt;br /&gt;     ou instituição de pesquisa que se preocupam com o número de trabalhos&lt;br /&gt;     publicados e não com a qualidade destes.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;pesquisas&lt;br /&gt;     que não levarão a lugar algum, apenas a uma progressão salarial do&lt;br /&gt;     pesquisador.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;empresas&lt;br /&gt;     de assistência técnica tanto oficial como privada que lançam programas&lt;br /&gt;     cometas, só para fazer bonito no discurso, não tendo compromisso com a continuidade.&lt;br /&gt;     O produtor que embarca nessa “cauda de cometa” está seriamente ameaçado de&lt;br /&gt;     ficar à deriva no espaço.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;instituições&lt;br /&gt;     que obrigam um técnico a atender mais de 100 famílias em assentamentos,&lt;br /&gt;     quando o limite encontra-se entre 25 a 30 propriedades, dependendo das&lt;br /&gt;     distâncias entre elas e do perfil do técnico.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;políticos&lt;br /&gt;     e suas leis que obrigam as cooperativas e laticínios a imprimir nas&lt;br /&gt;     caixinhas de leite uma frase infeliz como: “AVISO IMPORTANTE: Este produto&lt;br /&gt;     não deve ser usado para alimentar crianças menores de 1 (um) ano de idade,&lt;br /&gt;     a não ser por indicação expressa de médico ou nutricionista”.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;governantes&lt;br /&gt;     que não dão condição de trabalho (salário, veículo e combustível) às empresas&lt;br /&gt;     de assistência técnica e extensão rural.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;governantes&lt;br /&gt;     que não cobram resultados efetivos de seus subordinados e com isso não&lt;br /&gt;     promovem uma seleção em seus quadros.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;governantes&lt;br /&gt;     que afirmam em seus discursos que a agropecuária será um dos pilares de seu&lt;br /&gt;     governo, mas que na prática...&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;Resultado:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você assinalou 15 ou&lt;br /&gt;mais itens, seja bem-vindo ao Brasil. Você será um personagem importante para&lt;br /&gt;que mudemos esse país. Faça sua parte bem feita que você já estará fazendo&lt;br /&gt;muito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você assinalou entre 7&lt;br /&gt;e 14 itens, você está indeciso sobre onde mora: Brasil ou países Nórdicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você assinalou 6&lt;br /&gt;itens ou menos, você é um ET ou uma Pollyanna (romance de Eleanor Porter&lt;br /&gt;publicado em 1913 que narra as atitudes sempre otimistas de uma jovem órfã).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;         É evidente que existem muitas empresas, técnicos, escolas,&lt;br /&gt;instituições, líderes do setor e políticos sérios, que precisam passar a ser&lt;br /&gt;referência, para que a frase atribuída ao general de Gaulle seja apenas um&lt;br /&gt;registro folclórico. Isso dependerá de cada um de nós.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2 style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;*ARTUR CHINELATO DE CAMARGO&lt;/em&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;EMBRAPA - Pecuária&lt;br /&gt;Sudeste&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;São Carlos, SP&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;(16) 3411-5630&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;artur@cppse.embrapa.br&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 09 Jun 2011 13:49:21 -0300</pubDate><link>http://dilmanarede.com.br/tatuads-com-dilma-o/blog/depende-de-nos-por-artur-chinelato</link><guid>http://dilmanarede.com.br/tatuads-com-dilma-o/blog/depende-de-nos-por-artur-chinelato</guid></item></channel></rss>