QUEM PAGA OS PANFLETOS DO BISPO BERGONZINI CONTRA DILMA?
October 23, 2010 - No comments yet===================================
Podridão da Social Democracia Brasileira (Leia-se PSDB)
October 23, 2010 - No comments yet
O BRASIL NO RUMO CERTO
October 23, 2010 - No comments yethttp://wagnermarins.blogspot.com/2010/10/o-brasil-no-rumo-certo.html
DILMA PRESIDENTE - MOTIVOS DE SOBRA
October 23, 2010 - No comments yetOs motivos abaixo são evidentes e têm origem num governo voltado para o seu povo.
- US$ 239 milhões acumulados em reservas internacionais no último ano. Aumento de 385% frente a 2003. (fonte: Banco Central)
- A classe C já corresponde a 53,6% da população brasileira e AB aumentou 10,7% para 15,6% de 2003 a 2009. (fonte: FGV)
- R$ 69,92 bilhões investidos em habitação. Aumento de 600% em relação a 2003. (fonte: Ministério das Cidades)
- 596 mil bolsas do Prouni concedidas em 1.253 municípios de 2005 a 2009. (Posição em março/2010)
- Mais de 3 milhos de veículos vendidos em 2009, um novo recorde histórico. Crescimento de 150% em comparação a 2003.
- 24,1 milhões de brasileiros superaram a pobreza, entre 2003 e 2008. (fonte: PNAD)
- 12,1 de empregos formais gerados nos últimos 7 anos. (fonte: Rais e Caged)
- Desmatamento 74,4% menor do que em 2004. O menor índice já registrado desde 1998, quando foi iniciada a taxa anual. (fonte: INPE)
- O percentual da população pobre caiu de 42,7% para 28,8%. (fonte: PNAD)
- Queda de 61,6% da desnutrição infantil, entre 2003 e 2008. (fonte: Ministério da Saúde)
Esses, e muitos outros motivos traduzem uma realidade jamais vista neste país e, com toda certeza, os farsantes do PSDB e DEM não têm a menor preocupação e mantê-la.
DILMA PRESIDENTE, porque o Brasil é nosso!
Wagner Marins.
Eu sou Cristão e Voto DILMA 13!
October 20, 2010 - No comments yetMovimento SOU CRISTÃO E VOTO DILMA! está rolando no Facebook! Acesse e engrosse as fileiras!!
Cadoca coloca sua juventude dourada e pró-Dilma nas ruas
October 20, 2010 - No comments yet

O deputado federal Carlos Eduardo Cadoca (PSC) colocou a sua militância jovem na Agamenon Magalhães na tarde desta terça-feira em ação pró-Dilma. Participaram do adesivaço cerca de 70 jovens convocados pelo parlamentar. Os adesivaços da militância de Cadoca acontecerão todos os dias até o próximo dia 31. O deputado federal Maurício Rands (PT) chegou também chegou por lá e integrou-se ao grupo.
Privatizações: o debate que o PSDB não quer fazer
October 20, 2010 - No comments yetNo último debate e também nos dias que seguiram, a campanha de Serra vem tentando a todo custo evitar discutir um tema essencial para o Brasil, mas que os tucanos, pelo que fizeram no passado – e ainda fazem – teimam em negar que seja relevante: as privatizações. Na prática, tal tema é revelador de como o PSDB atua no comando de um governo.
No último debate e também nos dias que seguiram, a campanha de Serra vem tentando a todo custo evitar discutir um tema essencial para o Brasil, mas que os tucanos, pelo que fizeram no passado – e ainda fazem – teimam em negar que seja relevante: as privatizações. Na prática, tal tema é revelador de como o PSDB atua no comando de um governo e não diz respeito apenas a empresas que foram e outras que ainda podem ser entregues à iniciativa privada, mas sim à própria concepção de Estado que cada um dos projetos que se enfrenta no segundo turno das eleições presidenciais representa.
Tive oportunidade de discutir o assunto ao escrever o livro O governo Lula e o novo papel do Estado Brasileiro (disponível para download aqui), realizado a partir de uma oficina de debates feita em setembro de 2009, além de pesquisas posteriores. A partir daí, é possível demarcar algumas importantes diferenças tomando como base o que Serra disse no debate, tentando igualar a conduta tucana à petista no tocante às privatizações.
Segundo o presidenciável do PSDB, o governo Lula não reestatizou nenhuma empresa privatizada e “também privatizou”. Desnecessário dizer como a argumentação é pueril. Primeiro porque reestatizar uma empresa não é uma tarefa trivial, nem do ponto de vista jurídico, e pode ser também bem pouco interessante do ponto de vista político-econômico. Quanto a empresas privatizadas, é bom recordar que quando Lula assumiu, muitas estavam já no Plano Nacional de Desestatização (PND), postas nessa condição pelo governo tucano, e a maioria em situação quase falimentar por absoluta falta de investimentos. Algumas puderam ser recuperadas e saíram do PND, outras não.
De uma maneira geral, o programa de privatizações foi paralisado, ainda que concessões de rodovias tenham sido feitas, por exemplo, mas em bases distintas das realizadas na gestão do PSDB. Houve uma reorientação do papel do Estado, com resgate do planejamento de longo prazo e maior participação estatal em todas as áreas de atividades, algo fundamental para se promover o desenvolvimento econômico e social do país. Nas palavras de Marcio Pochmann, presidente do Ipea, o país reverteu o modelo de Estado Predatório que imperou durante o governo FHC (que deu continuidade, na prática, às iniciativas privatistas do governo Collor) e adotou um modelo de atuação estatal social-desenvolvimentista.
E remodelar essa atuação, no que diz respeito às estatais, não foi tarefa fácil. Aqui, destaco um trecho literal do livro que descreve como o governo tucano agia em relação as empresas da sua área:
Para o ex-diretor do Departamento de Coordenação e Controle das Empresas Estatais (DEST), Eduardo Carnos Scaletsky, o governo FHC trabalhava com quatro linhas de ação claras nessa área. A primeira era a fragmentação de atividades das estatais, como no caso da Eletrobrás, com a separação das funções de transmissão, geração e distribuição de energia; no setor das instituições financeiras, a tal fragmentação também foi feita com vistas a reduzir o valor patrimonial e possibilitar ou facilitar a sua venda nos leilões de privatização.
O segundo fator era a descapitalização das empresas, com o governo retirando mais dividendos do que normalmente fazia, combinando-se uma terceira linha de ação, a estagnação dos investimentos. A essas práticas somava-se a redução de pessoal, com um processo de terceirização nítido. Como exemplo, Scaletsky cita o fato de a Caixa Econômica Federal (CEF), em dado momento, ter quase 40 mil terceirizados em um quadro de cerca de 70 mil pessoas. Nesse caso específico, não se terceirizavam os serviços, mas sim o quadro de pessoal, já que não eram realizados concursos públicos e não havia interesse na manutenção dos funcionários.
Ou seja, esse era o legado que o governo Lula teve de lidar quando assumiu o governo em 2003. E foi preciso superar uma cultura neoliberal que mesmo em algumas estatais estava enraizada. Não se percebia que as empresas deveriam também cumprir a função de colaborar com políticas de desenvolvimento para o país, sem prejuízo de seu resultado econômico.
Foi essa mudança promovida que permitiu que as estatais e os bancos públicos, fortalecidos, pudessem ser instrumentos poderosos da política anticíclica do governo na superação da crise econômico-financeira. FHC, que enfrentou duas crise de menor impacto, não conseguiu superá-las com a mesma desenvoltura, e o apagão, como será destacado no próximo artigo dessa série sobre o papel do Estado, também é fruto dessa visão estreita e privatizante.
O que ocorreu nos últimos oito anos, portanto, foi o estabelecimento de um modelo social-desenvolvimentista, retomando Pochmann, distinto daquele desenvolvimentismo que não se preocupava com a sustentabilidade econômica das empresas do Estado, observado nos anos 70 quando as estatais foram levadas a um brutal endividamento para ajudar no fechamento do balanço de pagamentos do país. Tal situação, aliás, abriu caminho para que na na década de 1980 houvesse um desempenho pífio das estatais, desancadas pela mídia comercial e, no decênio seguinte, facilitasse o processo de privatizações.
O PSDB pode até não querer debater o assunto, e motivos tem para isso. Mas esse está longe de ser um debate secundário.
Dilma poderá vir a Pernambuco na próxima semana
October 20, 2010 - No comments yetAo contrário do que disse o governador Eduardo Campos (PSB) na reunião com lideranças políticas pernambucanas, a presidenciável Dilma Rousseff (PT) poderá vir ao estado na próxima semana. A informação foi dada pelo senador eleito e vice-presidente do PT, Humberto Costa. A data não foi confirmada e depende da agenda da petista. Humberto reuniu-se com a executiva nacional do PT e, ontem, participou do lançamento do programa de governo de Dilma para a Saúde.
A decisão da direção do PT é de que Dilma deverá participar de atividades de campanha no Norte e Nordeste. Inicialmente, havia a definição estratégica de que a candidata petista deveria concentrar os eventos da campanha no segundo turno no Sudeste, especialmente em São Paulo e Minas Gerais, estados considerados decisivos para a eleição. A mudança na estratégia foi definida hoje
"É importante reforçar a campanha no Nordeste, porque a região pode ser decisiva. É uma forma de compensar as eventuais dificuldades que possam ser encontradas no Sudeste e no Sul", justificou Humberto, em entrevista por telefone. Dilma, além de Pernambuco, deverá ir ao Ceará, Bahia e Amazonas (Norte).
Durante a reunião da executiva, a direção do PT analisou positivamente as últimas agendas de Dilma e o desempenho no debate da Rede TV! do domingo passado. "Em Pernambuco, vamos preparar uma grande agenda para nossa candidata na próxima semana. Daremos à Dilma a maior votação no Nordeste no segundo turno", afirmou Humberto.
Da Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR, com informações da repórter Aline Moura
Aliados de Dilma fazem caminhada em São Lourenço e Camaragibe
October 20, 2010 - No comments yetEm continuidade a agenda pró-Dilma Rousseff (PT) na Região Metropolitana do Recife, o prefeito de São Lourenço da Mata, Ettore Labanca, e aliados fazem caminhada na cidade. A expectativa é de que várias lideranças da base governista de Pernambuco estejam presentes. Entre elas, o governador Eduardo Campos (PSB). O socialista viajou nesta terça-feira para Brasília (DF) e, de lá, seguiu para Macapá, capital do Amapá, onde participou de atividade de campanha do candidato ao governo Camilo Capiberibe (PSB).
A caminhada desta quarta está marcada para as 10h. A concentração será em frente à Câmara de Vereadores do município. À tarde, os integrantes da Frente Popular vão para Camaragibe e serão recebidos pelo prefeito João Lemos (PCdoB) – o encontro será em frente ao Mercado de Camaragibe.
Às 17h, haverá uma plenária com deputados e vereadores do PT com mandato e eleitos e integrantes das executivas Estadual e do Recife. A reunião será no Sintepe, na Boa Vista
Da Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
Bloco carnavalesco Eu acho é pouco vai às ruas em favor de Dilma
October 20, 2010 - No comments yet
O bloco carnavalesco Eu acho é pouco decide sair nesta sexta-feira (22) em prol da presidenciável Dilma Rousseff (PT). “Resolvemos atender um pedido do presidente Lula e colocar o bloco na rua em favor de Dilma”, anunciou a direção do grêmio. Segundo Guilherme Calheiros, um dos organizadores, a motivação foi ficando maior a medida que o tom da campanha foi de se voltar para o lado pessoal e não o das ideias e dos projetos.
Apesar de alguns foliões terem se mostrado, via twitter, contrários a decisão do bloco, a direção explica que a política é instrínseca ao Eu acho é pouco e que tudo foi resolvido concensualmente. “O grêmio foi criado em 77, completou 33 anos, e nasceu com a esquerda. Não é por acaso que as cores do bloco são vermelha e amarela. Outra coisa, sempre nos posicionamos politicamente, em 2002 saimos em campanha ao presidente Lula. E agora, a nossa musa será Dilma, para que os projetos de Lula continuem e o Brasil continue crescendo. Serra representa o retrocesso”, afirmou a direção.
A concentração será a mesma da caminhada marcada no mesmo dia pela Frente Popular de Pernambuco: a Praça Oswaldo Cruz, no Centro do Recife. A orquestra Olinda Frevo, do maestro Meirinho e a tradicional batucada do bloco promete animar os militantes da petista. Guilherme também adiantou que além da ação da próxima sexta, uma outra, mais independente e mais próxima as eleições, está sendo articulada.
Por Ana Luiza Machado, do Diario de Pernambuco









