Ministro que expadir setores de gás e petróleo
January 11, 2011 - No comments yetAumentar as linhas de pesquisas nessas duas áreas então entre os desafios a serem enfretados pelo País, diz Mercadante.
Vejam mais
http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/140010.html?dia=10&mes=1&ano=2011
LEIS DELEGADAS DÁ PLENOS PODERES AO GOVERNADOR-REI ANASTASIA I EM MG
December 19, 2010 - No comments yet
Os Deputados Estaduais de Minas Gerais concederam Plenos poderes para o Governador Reeleito Antonio Anastasia(PSDB-MG),Pupilo de Aécio Neves e ex-Ministro de FHC,a editar suas próprias Leis sem a participação da Assembleia Mineira(Deputados Estaduais). LEIA MAIS
Mercadante é confirmado como ministro da Ciência e Tecnologia
December 16, 2010 - No comments yetEm reunião na Granja do Torto, na sexta-feira, o senador Aloizio Mercadante (SP) foi convidado e aceitou assumir o Ministério de Ciência e Tecnologia, que sai do controle do PSB e ao do PT. Em nota divulgada pela assessoria, a presidente eleita, Dilma Rousseff, oficializou as escolhas de Antonio Palocci para a Casa Civil, Gilberto Carvalho na Secretaria-Geral da Presidência e José Eduardo Cardozo no Ministério da Justiça. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.
Dilma acertou na sexta-feira que o PMDB ficará com as pastas da Previdência e do Turismo, além das já definidas Minas e Energia e Agricultura. Uma quinta vaga está em negociação na cota do vice-presidente, Michel Temer. E o partido terá ainda a Defesa, com Nelson Jobim. Pela solução encontrada para debelar a crise, o PMDB terá duas pastas na cota dos deputados e duas na dos senadores. Dilma chegou a cogitar anunciar ontem Edison Lobão (Minas e Energia) e Wagner Rossi (Agricultura), mas adiou atendendo a um pedido da cúpula.
Redação Terra
Comentário:
Agora sim ele vai poder mostrar o seu valor e sua competência,prefereria ele na educação para por fim à Progressão Continuada,mas é uma boa área que ele assumi ,grandes países se fazem de investimentos tecnológicos e acredito que Mercadante será um grande ministro e quem sabe o nosso futuro Governador
Mercadante é confirmado como ministro da Ciência e Tecnologia
December 16, 2010 - No comments yetEm reunião na Granja do Torto, na sexta-feira, o senador Aloizio Mercadante (SP) foi convidado e aceitou assumir o Ministério de Ciência e Tecnologia, que sai do controle do PSB e ao do PT. Em nota divulgada pela assessoria, a presidente eleita, Dilma Rousseff, oficializou as escolhas de Antonio Palocci para a Casa Civil, Gilberto Carvalho na Secretaria-Geral da Presidência e José Eduardo Cardozo no Ministério da Justiça. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.
Dilma acertou na sexta-feira que o PMDB ficará com as pastas da Previdência e do Turismo, além das já definidas Minas e Energia e Agricultura. Uma quinta vaga está em negociação na cota do vice-presidente, Michel Temer. E o partido terá ainda a Defesa, com Nelson Jobim. Pela solução encontrada para debelar a crise, o PMDB terá duas pastas na cota dos deputados e duas na dos senadores. Dilma chegou a cogitar anunciar ontem Edison Lobão (Minas e Energia) e Wagner Rossi (Agricultura), mas adiou atendendo a um pedido da cúpula.
Redação Terra
Comentário:
Agora sim ele vai poder mostrar o seu valor e sua competência,prefereria ele na educação para por fim à Progressão Continuada,mas é uma boa área que ele assumi ,grandes países se fazem de investimentos tecnológicos e acredito que Mercadante será um grande ministro e quem sabe o nosso futuro Governador
Salário no Brasil aumentou mais do que a média mundial entre 2008 e 2009
December 15, 2010 - No comments yetValorização do mínimo foi essencial para o país sair rapidamente da crise econômica
Estudo divulgado nesta quarta-feira (15) pela OIT (Organização Internacional do Trabalho) confirma o que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vinha pregando desde o início da crise financeira mundial de 2008: o crescimento da massa salarial do trabalhador é o melhor antídoto para períodos de vacas magras na economia.
De acordo com o documento, os salários no Brasil aumentaram 3,4% e 3,3% em 2008 e 2009, respectivamente, num movimento oposto ao da média mundial, que registrou crescimento real de apenas 1,5% e 1,6%. Segundo a OIT, a manutenção do poder aquisitivo e a política do governo de valorização do salário mínimo foram fundamentais para diminuir os efeitos da crise por aqui.
Considerando-se o período que se estende desde o início do governo Lula, em janeiro de 2003, até agora , o salário mínimo já obteve um reajuste de 132,50%, mas a inflação acumulou no período alta de 60,40%. Então, o reajuste real do mínimo foi de 44,95%.
Política semelhante foi vista em países da Ásia, especialmente na Índia e na China, que vem se deparando com uma pressão cada vez maior dos trabalhadores por aumento de garantias trabalhistas. Os salários reais no continente cresceram mais de 7% entre 2006 e 2009.
No mundo
O papel da China, inclusive, é tão grande nesse contexto que, excluindo a sua participação no bolo salarial mundial, o crescimento cai de 1,5% para 0,8% em 2008 e de 1,6% para 0,7% em 2009.
De acordo com o diretor geral da OIT, Juan Somavia, o motivo dessa redução nos salários está justamente nos países que mais sentiram os efeitos da crise. Doze das 28 economias mais industrializadas experimentaram uma redução do nível de salário real em 2008, incluindo Alemanha, Austrália, Estados Unidos, Itália, Japão, México e Coreia do Sul. Em 2009, sete países repetiram a dose: Alemanha, França, Inglaterra, Japão, México, Coreia do Sul e Rússia.
- A diminuição dos salários foi um fator importante para a crise e continua afetando a recuperação de muitas economias. Estamos frente a um mundo com escassa demanda agregada, grandes necessidades insatisfeitas e taxa de desemprego alta e contínua. Os responsáveis pelas políticas macroeconômicas devem enfocar sua atenção ao emprego e aos salários, para assim assegurar a recuperação econômica e fazer frente aos desequilíbrios sociais e econômicos de longo prazo.
Baixa renda
Mas se o Brasil se destacou em um período que ainda se mostra difícil para gigantes da economia mundial, ainda há muito a ser feito aqui dentro. O estudo da OIT também revela que há pouca mobilidade entre trabalhadores de baixa renda e os demais assalariados, uma vez que não foi observada transição dessas pessoas das vagas que ocupam para outras, melhor remuneradas.
No período analisado de 2002 a 2009, 44,2% dos trabalhadores mantiveram sua situação de baixa renda, 18,3% passaram para o desemprego ou saíram do mercado de trabalho e 37,5% passaram a obter salários mais favoráveis.
Para se ter uma noção da dureza desse índice, no Brasil, um em cada cinco trabalhadores assalariados nas seis regiões metropolitanas cobertas pela Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE é considerado de baixa renda. Isso significa que eles ganham menos de dois terços de um salário mínimo. A incidência maior é de mulheres, negros, jovens e trabalhadores com baixo nível de escolaridade.
- Este trabalho mostra outra face da contínua crise de emprego. A recessão não tem sido dramática apenas para milhões de pessoas que perderam seus empregos, mas também para aqueles que mantiveram seus trabalhos, com a redução, de maneira drástica, do poder aquisitivo e do bem estar geral.
Inflação
Vale ressaltar que a aceleração nos preços pesa mais para a baixa renda, que é a classe para a qual os alimentos e transportes pesam mais no bolso. Neste ano, além do aumento das passagens de ônibus em janeiro deste ano em São Paulo, no país inteiro houve alta nos produtos essenciais na mesa do brasileiro: o feijão, a carne e a batata.
No mês passado, as capitais do Nordeste, entre as quais Recife e Salvador, foram as que mais sofreram com a aceleração dos preços dos alimentos e dos transportes. Na cidade baiana, além do aumento dessas duas categorias, houve alta também nos produtos de cuidados pessoais e gastos com saúde, como higiene (sabonetes e xampus) e remédios.
Além do aumento na prateleira dos supermercados, as padarias também repassaram a inflação devido ao aumento do trigo. Neste ano, pãozinho ficou 4% mais caro para o brasileiro. O motivo do aumento do preço do pão é a redução da produção de trigo da Rússia, causada pela forte seca e pelas baixas temperaturas.






